PIB dos países do BRIC deve subir 7% em 2012

janeiro 9th, 2012

Economia

Previsão de crescimento para a Rússia é de 3,5%

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos países integrantes do BRIC, Brasil, Rússia, Índia e China, podem ultrapassar os 7% esperados para 2012. A informação foi divulgada em relatório do banco de investimentos Goldman Sachs. Quanto à economia russa, a previsão é que o crescimento atinja ao menos 3,5%.

Especialistas foram bastante pessimistas em relação a União Europeia e aos Estados Unidos. A expectativa é que o PIB dos EUA cresça 1,7% e o da UE registre 1%.

Veja essa e outras notícias no Diário da Rússia.

Administração pública é responsável por mais de um terço da economia do país

dezembro 16th, 2009

Economia
Congresso Nacional

A administração pública foi responsável por mais de um terço da economia em quase 34% dos municípios brasileiros. A informação é da pesquisa Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios 2003-2007, divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a coordenadora do levantamento, Sheila Cristina Zani, a participação da administração pública na economia está mais concentrada no Norte do país.

De acordo com a pesquisa, em 2007, ela teve peso superior a 39,7% em todos os municípios de Roraima e acima de 38,6% nos do Amapá, com exceção de Serra do Navio. As capitais com maior impacto da administração pública em sua economia foram Brasília (48,3%), Boa Vista (39,7%), Macapá (39%), Rio Branco (26,7%) e Porto Velho (22,2%). No sentido contrário, estão Vitória (4,5%), São Paulo (5,9%), Curitiba (7,3%), São Luiz (8,3%) e Manaus (8,8%).

Sheila apontou forte concentração de renda em várias regiões do país. “Em 2007, 27 capitais eram responsáveis por 34,4% do PIB brasileiro, estando a maior parte da economia de cada uma concentrada em cinco de seus municípios, como a maioria dos estados do Norte e Nordeste”. No mesmo ano, quanto às atividades econômicas, 202 municípios detinham cerca de 25% do valor adicionado bruto (VAB) da agropecuária e dez, em torno de 25% do VAB da indústria. Apenas dois municípios concentravam até 25% do VAB de serviços.

No ano de 2007, entre os 5.564 municípios, São Paulo (12%), Rio de Janeiro (5,2%), Brasília (3,8%), Belo Horizonte (1,4%) e Curitiba (1,4%) tinham o maior PIB e respondiam, juntos, por quase um quarto da economia brasileira. Por outro lado, Olho D’Água do Piauí (PI), São Luís do Piauí (PI), Areia de Baraúnas (PB), São Miguel da Baixa Grande (PI) e Santo Antônio dos Milagres (PI) representavam pouco mais de 0% do PIB nacional (0,001%).

No estado do Rio de Janeiro, Quissamã e Porto Real se destacaram positivamente, com extração de petróleo e gás natural e uma indústria automobilística, ficando entre os municípios com os dez maiores Produto Interno Bruto per capita em 2007. Entre os 35 municípios com pelo menos 0,5% do VAB da indústria em igual período, Duque de Caxias teve o maior crescimento (0,4%), impulsionado pela alta no preço do refino do petróleo e da produção de álcool.

Outro ponto importante citado pela coordenadora da pesquisa é a falta de investimento nos municípios que apresentaram aumento da participação na economia. “Na Baixada Fluminense, os rendimentos industriais não foram destinados ao desenvolvimento local. Duque de Caxias é um exemplo disso”, criticou.

Crédito da foto: Moises.on.

No terceiro trimestre, PIB cresce 1,3%

dezembro 10th, 2009

Economia
Coins

No terceiro trimestre de 2009, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,3% e chegou a R$ 797 bilhões. Mas em relação ao mesmo período do ano anterior, teve queda (-1,2%). De acordo com a gerente de Contas Trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Rebeca Palin, apesar do crescimento, as taxas de alguns setores da economia continuam negativas frente aos primeiros trimestres de 2008. “Tanto parte da indústria quanto investimentos estão crescendo, no terceiro trimestre em relação ao segundo, só que ainda apresentam quedas na comparação com o período pré-crise”, explicou.

O maior destaque foi a indústria, com aumento de 2,9%, seguida pelos serviços (1,6%). Por outro lado, a agropecuária apresentou redução (-2,5%). Em relação ao terceiro trimestre de 2008, os serviços obtiveram o melhor desempenho (2,1%), enquanto a agropecuária (-9,0%) e a indústria (-6,9%) recuaram. O PIB acumulado nos quatro trimestres diminuiu (-1,0%) frente à igual período imediatamente anterior, com quedas na indústria (-7,1%) e agropecuária (-4,0%), e alta nos serviços (1,9%).

A despesa de consumo das famílias (3,9%) mostrou o 24º crescimento consecutivo em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. No primeiro de 2009, o custo foi de 1,5% e no segundo, 3,0%. Segundo Rebeca, os contínuos aumentos do crédito para pessoas físicas e da massa salarial – devido à elevação das ocupações e do rendimento médio do trabalho -, contribuíram para esse resultado. Já a despesa de consumo da administração pública subiu 1,6% no terceiro trimestre de 2009 frente ao mesmo período de 2008.

Ainda de acordo com a gerente, em relação a 2008, todos os componentes do investimento estão caindo mais do que o PIB. No terceiro trimestre deste ano, a taxa registrada no setor foi de 17,7 % do PIB, inferior a do mesmo período de 2008 (20,1%). Segundo Rebeca, as atividades que não apresentaram redução estão ligadas a serviços, que foi o segmento menos afetado pela crise.

Crédito da foto: Rodrigo Amorim.

Em 2007, consumo na saúde representou 8,4% do PIB

dezembro 9th, 2009

Economia
DSC03218
Em 2007, o consumo de bens e serviços de saúde representou 8,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Este dado é da Pesquisa Conta-Satélite de Saúde Brasil 2005-2007, divulgada, hoje, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, as despesas das famílias com bens e serviços no setor chegou a R$ 128,9 bilhões (4,8% do PIB), dos quais R$ 69 bilhões representaram gastos com serviços de saúde e R$ 45 bilhões com medicamentos. Já os custos estatais com saúde passaram de 3,3% para 3,5% do PIB, entre 2005 e 2007.

A pesquisa mostrou crescimento de 8,9% da renda gerada pelas atividades econômicas ligadas à saúde, no período de 2005 a 2007. A participação do setor no total da economia brasileira passou de 5,5% para 6,0% (R$ 137,9 bilhões), no mesmo período. Desse total, R$ 48 bilhões corresponderam à Saúde Pública, incluindo hospitais universitários federais e militares.

Saúde apresenta maior número de ocupações

Entre 2005 e 2007, a participação dos postos de trabalho na área da saúde aumentou de 4,3%, no total das ocupações registradas no país, para 4,4%. Nesse período, foram criados 335 mil novos postos de trabalho. Segundo o economista da Coordenação de Contas Nacionais do IBGE, Ricardo Moraes, uma das razões para esse aumento seria o melhor desempenho do comércio. “O crescimento do comércio, a maior produção do setor privado da saúde podem ser responsáveis pelo resultado das ocupações”.

Em 2007, as atividades de saúde responderam por 4,2 milhões de postos de trabalho no Brasil (4,4% do total da economia). De acordo com Ricardo, as que mais se destacaram em seu total de ocupações, entre 2005 e 2007, foram comércio de produtos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e odontológicos, com 105,3 mil novos postos de trabalho; outras atividades relacionadas com atenção à saúde, com 97 mil e saúde pública, com 96,4 mil.

O estudo mostrou também que os trabalhadores das atividades de atendimento hospitalar obtiveram o maior rendimento médio anual da saúde: R$ 43.700. A segunda maior remuneração veio do setor de fabricação de produtos farmacêuticos, que pagou, em 2007, R$ 41.158, seguida por produção de gases medicinais (R$ 37.905). O menor rendimento anual foi o dos trabalhadores de serviços sociais privados (R$ 5.570).

Crescimento de 6,1% do PIB é o maior desde 1986

novembro 4th, 2009

Economia

Crédito: Tássia Braga
PIB 2007

O crescimento de 6,1% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), de 2007, que corresponde a R$ 2,7 trilhões, foi o maior desde 1986 (ano do plano cruzado). Esse aumento decorreu do acréscimo de 6,1% no segmento de serviços, 5,3% no industrial e 4,8% no agropecuário.

Segundo o gerente de Coordenação de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cristiano Martins, a atuação dos diversos setores econômicos contribuiu para esses números. Ele ressaltou, no entanto, o consumo das famílias como responsável por cerca de 60% do PIB, seguido de investimentos, que representaram 17,4%. Para ele, “o aumento do consumo familiar representou um aspecto bastante positivo para economia”.

Algumas das atividades industriais que mais se destacaram foram defensivos agrícolas (23,1%), outros equipamentos de transporte (19%), máquinas para escritório e equipamentos para informática (14,3%). A construção civil, que manteve as taxas de crescimento, iniciadas em 2004, pontuou alta de 4,9%, com destaque para produção de edificações (5,9%).

Os dados, divulgados hoje pelo IBGE, estão no Sistema de Contas Nacionais, período 2003-2007. Para mais informações, visite o site do Instituto.

    About

    This is an area on your website where you can add text. This will serve as an informative location on your website, where you can talk about your site.

var gaJsHost = (("https:" == document.location.protocol) ? "https://ssl." : "http://www."); document.write(unescape("%3Cscript src='" + gaJsHost + "google-analytics.com/ga.js' type='text/javascript'%3E%3C/script%3E")); /images/footer.gif" />