Rede de farmácias russa aumentou as vendas em 2011
Economia
Negócios chegaram a US$ 495 milhões
As vendas da cadeia russa de farmácias 36,6 subiram 7,4%, equivalentes a 15,69 bilhões de rublos, aproximadamente US$ 495 milhões, entre janeiro e setembro de 2011. Os dados foram divulgados, hoje, pela rede de varejo do segmento de saúde e beleza.
A comercialização da empresa farmacêutica subsidiária Veropharm também subiu, com o índice de 15,3%, equivalentes a 4,53 bilhões de rublos, aproximadamente US$ 143 milhões. A rede é líder na produção de medicamentos genéricos.
As farmácias 36,6 abriram 28 estabelecimentos e fecharam 21, entre janeiro e setembro do ano passado. No último levantamento do número de lojas da cadeia 36,6, realizado em setembro, foram registradas 996 farmácias e 10 estabelecimentos ópticos.
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Matérias no Diário da Rússia/Voz da Rússia | Comments (0)CSSF aprova proposta que proíbe patentes de medicamento de segundo uso
A Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 27, proposta que proíbe a concessão de patentes de indicação terapêutica de produtos farmacêuticos e de substâncias polimórficas.
Essa indicação terapêutica é o chamado segundo uso de medicamentos, que se caracteriza quando pesquisadores descobrem, por exemplo, que um remédio para dor de cabeça tem efeitos no combate ao cálculo renal. Já as substâncias polimórficas possuem a mesma fórmula química, mas estrutura morfológica diferente. Isso gera variações físico-químicas, como diferentes pH e ponto de fusão.
De acordo com o engenheiro químico da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina), André Landim, o principal benefício da proibição dessas patentes é possibilitar o acesso de medicamentos à população. “As empresas ao produzirem mais, facilitam a obtenção dos remédios, já que o preço deles cai”.
O projeto ainda será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio e de Constituição, Justiça e Cidadania.
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Matérias na Abifina | Comments (0)Anvisa recebe sugestões sobre proposta para registro de fitoterápicos
A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu o prazo de trinta dias, a contar do dia 27 de maio, para que sejam apresentadas críticas e sugestões relativas à proposta de Resolução que dispõe sobre o registro de medicamentos fitoterápicos.
O formulário para envio de contribuições em Consulta Pública está disponível no site da Anvisa, através do endereço: http://www.anvisa.gov.br/divulga/consulta/formulario.doc
Para acessar a Consulta Pública Nº. 31, de 26 de maio de 2009, clique aqui.
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Matérias na Abifina | Comments (0)Conferência Brasil-Índia: destaque para o setor farmacêutico
Fortalecer a presença e cooperação dos setores privados do Brasil e da Índia, que vêm ganhando destaque no cenário mundial pós-crise, foi o principal objetivo da Conferência Brasil-Índia – Mercados e Oportunidades, realizada no dia 18 de maio, em São Paulo. Como consenso da conferência, o setor farmacêutico foi considerado um dos mais importantes a se beneficiar de um estreitamento comercial desses países.
Segundo o 1º vice-presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina), Nelson Brasil, será necessário que a Índia fabrique medicamentos e princípios ativos no País ou apóie os laboratórios farmoquímicos localizados no Brasil. “Para o complexo industrial da saúde não basta a Índia fabricar medicamentos no País. É preciso que os indianos fabriquem também os princípios ativos, para que seja transferida tecnologia de ponta com valor estratégico para o Brasil”, explicou.
De acordo com a conferência, o Brasil é o oitavo maior mercado farmacêutico do mundo, tendo movimentado US$ 19,5 bilhões em 2008, enquanto o mercado farmacêutico indiano é o décimo-terceiro mundial, com movimentação de US$ 6,5 bilhões em 2008. Apesar dessa diferença, os indianos são tidos como mais avançados em pesquisa e tecnologia nesse setor. Além de o Brasil importar da Índia uma grande quantidade de insumos para a fabricação de medicamentos genéricos, sendo a balança comercial fortemente superavitária para os indianos neste segmento.
Segundo representantes das empresas de medicamentos da Índia, o interesse da indústria indiana não é competir com as empresas brasileiras, e sim estabelecer parcerias mirando o mercado global. Os indianos lembraram também que a adoção dos medicamentos genéricos no Brasil aumentou a produção de fármacos na Índia e auxiliou a entrada desses produtores no País.
Os indianos ressaltaram que, até por questão de logística, a necessidade das empresas indianas é produzir aqui os medicamentos, ao invés de trazê-los indefinidamente da Índia. Do lado brasileiro, foi lembrado que apesar do enorme potencial de cooperação, das semelhanças de tamanho e posição como emergentes, o Brasil não tem um projeto para a Índia e vice-versa, sendo necessário se pensar em um projeto de longo prazo.
A Abifina foi informada que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem trabalhado intensivamente com sua congênere indiana na busca da adequação do controle fitossanitário da Índia às exigências brasileiras, em vista da dependência do País das importações de insumos indianos para produção de medicamentos genéricos. A informação foi dada pelo Departamento de Negociações Internacionais (Deint), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).
De acordo com o Deint, cerca de 80% dessas importações são rejeitadas devido às condições sanitárias insatisfatórias dos produtos indianos, mas que o governo brasileiro tem trabalhado no sentido de que a Índia invista no Brasil, transferindo para cá, sobretudo, a produção desses insumos. Quanto à possibilidade de importações indianas subfaturadas, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) está preparada para, no momento necessário, acionar seus mecanismos de controle de preços e antidumping.
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Matérias na Abifina | Comments (0)Abifina participa de workshop da Abeq em junho
A Associação Brasileira de Engenharia Química (Abeq) vai promover o workshop Inovação e Sustentabilidade na Indústria Química Brasileira, no dia 26 de junho, no Everest Rio Hotel, em Ipanema, no Rio de Janeiro. O vice-presidente de Estudos e Planejamento da Abifina, Marcos Oliveira, apresentará, na abertura do evento, os tópicos Química Fina e Indústria Farmacêutica, dentro do tema Tecnologia e Inovação.
Serão abordados, entre outros assuntos, as matérias-primas renováveis; as fontes de energia alternativas, com discussão sobre as questões tecnológicas, mercadológicas e de regulamentação; as novas plataformas tecnológicas da indústria química e suas perspectivas ambientais, com ênfase no tratamento de rejeitos e reciclagem.
Para mais informações, visite a página http://www.abeq.org.br/workshop_inovacao.asp
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Vice-presidente da Abifina participa de programa do Canal Saúde
“A minha grande preocupação é com o fogo amigo. O Brasil é muito discursivo e pouco efetivo”, afirmou o vice-presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina), Nelson Brasil, no programa Sala de Convidados, do Canal Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que discutiu a Política Nacional de Assistência Farmacêutica, no dia 24 de abril.
Segundo Nelson Brasil, o produto farmacêutico é o que apresenta, no mundo, maior rentabilidade comercial. “O que explica os grandes interesses transnacionais envolvidos na indústria de fármacos e medicamentos, dificultando a viabilidade da política de medicamentos”, completou. Destacou também uma saída para essa questão: “vontade para reformar instituições e procedimentos”.
Sobre a comemoração dos 200 anos de propriedade industrial no País, o vice-presidente da Abifina ressaltou a atualidade e efetividade do alvará sobre política industrial feito pelo ainda príncipe regente do Brasil, em 1809. “É uma política industrial mais atual do que a que existe hoje”. Nós temos 200 anos de palavras, de conceito”, criticou.
O programa contou ainda com a presença do coordenador de Atenção Básica do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento, e o gerente técnico do Programa Farmácia Popular do Brasil, Hayne Felipe da Silva.
Para visualizar o vídeo do programa Sala de Convidados, clique aqui.
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Patente é concedida à Quiral Química do Brasil
Foi concedida à indústria Quiral Química do Brasil, voltada à produção de medicamentos para o tratamento do câncer, patente referente a um produto farmacêutico à base de docetaxel, indicado para diferentes tipos de câncer, no dia 8 de abril, por parte do Escritório Europeu de Patentes (EPO). Além do Brasil, a patente encontra-se em fase de análise nos Estados Unidos.
Desde 1996, a Quiral faz estudos sobre a síntese química do princípio ativo docetaxel e outras composições mais estáveis quanto à sua validade. De acordo com o diretor-presidente da Quiral, Salustiano Machado, a composição conhecida e comercializada no mundo apresenta instabilidade, uma vez que o docetaxel se decompõe. “A decomposição leva à formação de contaminantes que a literatura científica internacional suspeita de promoverem resistência ao tumor atacado pelo próprio docetaxel”, explicou.
Essa matéria foi publicada na revista Facto, da Abifina, dos meses de março e abril, na seção Painel do Associado.
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