Jornalista relata mudança da vida dos russos no Irã
Mundo
Repórter da Rádio Voz da Rússia esteve em Teerã e conheceu cidadãos russos na cidade
A correspondente da Rádio Voz da Rússia de Moscou Milena Faustova, que visitou a capital do Irã, Teerã, no dia três de março, deparou-se com uma pequena comunidade de língua russa, algumas centenas de pessoas, que outrora foi bastante numerosa. Atualmente, ela é formada por descendentes de imigrantes russos e funcionários das missões diplomáticas e comerciais.
De acordo com a jornalista, a busca por compatriotas começou perto da Igreja de São Nicolau, localizada nos arredores do Norte do Teerã. Antes da Revolução de 1917 na Rússia, havia duas igrejas na embaixada da cidade e um campanário no cemitério russo. Mais tarde, ambas as igrejas foram fechadas e destruídas. Quando Faustova foi à Catedral de São Nicolau, seu portão estava trancado. As cruzes sobre o portão e as cúpulas posicionadas acima da cerca foram os únicos sinais que indicavam que o local era uma Igreja Ortodoxa. Autoridades da embaixada russa explicaram que liturgias são realizadas todos os domingos, mas que, muitas vezes, os fiéis não comparecem.
A Igreja de São Nicolau foi construída nos anos 1940, com as doações de imigrantes russos, pelo arquiteto Nikolai Makarov. Assim que as cruzes apareceram em suas cúpulas, a Igreja ainda inacabada abriu as suas portas aos paroquianos. Havia vários sacerdotes ortodoxos em Teerã antes da Revolução Islâmica de 1979. No início de 1980, todos eles foram expulsos. Mais tarde, a Igreja de São Nicolau recebera o seu novo líder, Hieromonge Alexander Zarkeshev, que foi nomeado pelo Patriarcado de Moscou para servir em Teerã.
Outra constatação da correspondente foi a de que não há mais cursos de língua russa ou centro cultural russo na embaixada. De todos os russos que se instalaram em Teerã, Faina Lvovna Noniyaz foi a única que pôde ser localizada por telefone. Segundo a jornalista, ela estava satisfeita com a oportunidade rara de falar russo e contou a sua história naquela cidade. “Meu marido é iraniano. Ele viveu na Rússia por muito tempo como um imigrante político. Mas voltamos a Teerã, em 1994. No começo, eu achei difícil a adaptação. Fiquei profundamente nostálgica. Foi complicado me acostumar com o clima e o modo de vida locais. Eu só encontro russos na igreja, principalmente durante grandes festas como o Natal. A liturgia do Natal é muito bonita e o coral é realmente bom.”
Segundo Faustova, a igreja é o único lugar onde Faina Lvovna pode falar russo. Não há clubes russos em Teerã. Neste sentido, os ucranianos têm mais sorte. As mulheres da Ucrânia casadas com iranianos criaram, recentemente, um centro cultural próprio. Olga Sosnova saiu de Kiev, capital da Ucrânia, há 16 anos. Ela conheceu seu futuro marido iraniano na Ucrânia e se apaixonou por ele. Então, quando ele a pediu em casamento, ela não pensou duas vezes antes de aceitar. “Eu não me arrependo nem um pouco. Eu me sinto bem aqui. No início, foi difícil de me adaptar. A cultura e a mentalidade são diferentes. Apesar de eu ter sido preparada moralmente, tudo parecia diferente do que eu imaginava. O que mais me impressionou foi a boa atitude com os estrangeiros. Não importa se você é um homem ou uma mulher, eles dão o seu melhor para passar uma boa impressão a um estrangeiro.”
Como as mulheres iranianas, Olga cobre o seu corpo e a cabeça, o que não a irrita. Ela passa muito tempo na rede social Odnoklassniki, conversando com as mulheres como ela, antigas cidadãs soviéticas casadas com iranianos. Elas costumam comemorar os feriados russos juntas. “Nós celebramos o Ano Novo; o Dia Internacional da Mulher, em 8 de março; o Dia da Vitória, em 9 de maio; e todas as principais festas ortodoxas.”
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Matérias no Diário da Rússia/Voz da Rússia | Comments (0)O jornalismo impresso tem futuro?
Ao mesmo tempo em que a democratização do acesso à informação se estabelece através da Internet, de forma gratuita, existem os jornais impressos de baixo custo, como o Meia Hora e O Expresso, que têm tido forte aceitação do público – não só nas camadas mais populares da sociedade. Além disso, surgiram periódicos gratuitos, como o Metro (foto), distribuído no Centro e nas zonas Norte, Sul e Oeste do Rio, e a circulação dos de bairro continua.
A evolução tecnológica não implica necessariamente extinção ou desuso de alguma mídia. O livro impresso é um bom exemplo disso. Hoje, já existem livros digitais portáteis, mas o uso desses, no Brasil, tem pouca penetração – fatores econômicos e culturais. E mesmo os que estão disponíveis na rede mundial de computadores não atendem aos leitores. Os motivos são as restrições de visualização de seu conteúdo integral, devido aos direitos autorais; o desconforto da leitura, o gasto de energia etc.
Desde a fundação da imprensa régia, em 1808, o jornal existe oficialmente no Brasil. Esses mais de duzentos anos influenciam em sua permanência, já que configuram um fator cultural. Seu maior público-alvo, o adulto, se habituou a lê-lo. E com a chegada dos novos periódicos, a faixa mais jovem aderiu a ele.
Outro ponto relevante é o aprofundamento do texto feito no jornal impresso. As informações antes noticiadas pelo rádio e pela televisão, sem maior apuração, no dia seguinte estão publicadas com riqueza de conteúdo. Esse aspecto crítico é inerente ao jornal impresso, mesmo havendo na Internet blogs jornalísticos. Por isso, a inexistência do jornal impresso é algo que parece estar distante, ainda.
Outros | Comments (0)Artista plástico relembra Rembrandt na Facha
Com o objetivo de ressaltar a beleza, o artista plástico argentino Pablo Puma tem transformado obras de grandes pintores em gravuras. Ele apresentou na última quarta-feira (16/9), nas Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), seus trabalhos sobre Rembrandt, que estão expostos na biblioteca, além de um expressivo acervo de artistas de várias épocas e estilos. Pablo destacou a combinação de luz e sombra nas pinturas e demais imagens exibidas, tão usada por Rembrandt. O público-alvo da palestra foram alunos do curso de Jornalismo.
O interesse pela técnica do claro-escuro foi o que impulsionou Pablo a iniciar sua carreira artística que, segundo ele, ocorreu tardiamente, após a aposentadoria. Nesse período inicial, fotografias de revistas e jornais foram as que mais chamaram sua atenção. Ele destacou os profissionais da imprensa como os artistas da atualidade. Citou uma imagem publicada na capa da revista Veja, na qual o rosto do presidente Lula sofre a ação da sombra e da luz.
Pablo mostrou-se adepto à tecnologia em suas criações. Ao explicar o passo-a-passo de seu processo produtivo, admitiu fazer uso da Internet, de softwares e de equipamentos relativos a imagens. Primeiramente, seleciona as imagens que serão trabalhadas. Em seguida, faz uso do escanner para copiar os documentos e os modela no programa de edição de imagens Photoshop, de acordo com determinada intenção. Deu exemplo de um rosto triste que foi transformado em feliz, utilizando somente os recursos daquele programa.
Sobre a exposição Lembrando Rembrandt, Pablo contou que todos os quadros foram desenvolvidos com base nos desenhos de Rembrandt, com exceção da Conspiração dos batavos. Este é uma cópia do original. As pinturas foram feitas em acrílico, com acabamento em óleo. Para assistir à exposição, que é gratuita, basta ir à biblioteca da Facha, localizada na Rua Muniz Barreto, 51, Botafogo. O espaço funciona de segunda a sexta-feira, das 7:00 às 21:45, e aos sábados até 12:00. Ela acontece até o dia 30/9. Para mais informações, acesse o site www.facha.edu.br ou ligue para 2102-3100.
Estudo de um quadro de Rembrandt
No retrato Os síndicos da guilda dos alfaiates (1662), Rembrandt expôs a vida burguesa dos negócios, rompendo com a arte barroca palaciana realizada pelos notáveis pintores Rubens (1577-1640) e Velásquez (1599-1660). Segundo publicação da socióloga Carolina Pulici, na revista Religião e Sociedade, o autor deu existência a pessoas comuns mostradas em seu dia-a-dia de trabalho e em companhia de colegas de ofício. O historiador da arte Michael Bockemühl, em seu livro Rembrandt: o mistério da aparição, completou a ideia de Pulici sobre o registro da atuação dos síndicos. “As personagens não posam: as suas atitudes mostram como estão absorvidas nas suas ocupações”.
Esse quadro demonstra o que muitos pesquisadores falam sobre a obra do pintor, que os personagens de seus retratos estão sempre executando alguma função.
Outros | Comments (0)Perfil do estagiário de jornalismo da Direh
Como a Diretoria de Recursos Humanos (Direh) da Fiocruz está selecionando candidatos para a vaga de estágio curricular não obrigatório na área de comunicação social, com habilitação em jornalismo, e como sou a atual estagiária de jornalismo dessa Diretoria, pus abaixo as principais atividades desenvolvidas no estágio:
O estagiário faz a cobertura de eventos internos, a apuração e redação de matérias, notas e entrevistas. Além disso, cuida da alimentação das mídias eletrônica e impressa, são elas a Intranet, o site e o mural. Todas têm conteúdo institucional e visam divulgar informações, prestar serviços, integrar os servidores, entre outros objetivos.
Informações sobre o perfil da vaga publicada no site da Direh:
Cursar o quarto ou quinto período de Jornalismo.
Requisitos desejáveis: dinamismo, iniciativa, boa relação interpessoal, organização e flexibilidade.
Conhecimentos em: Word, Internet, Power Point.
Atividades a serem desenvolvidas:
O estagiário atuará em comunicação interna, na apuração e redação de matérias jornalísticas, tanto para mídia impressa quanto para mídia eletrônica (site e Intranet).
Carga horária: 6h diárias
Valor da Bolsa: R$ 520,00
Auxílio-transporte: R$ 6,00 por dia estagiado, totalizando R$ 132,00 mensais.
O estágio será realizado na área de Comunicação da Direh, no prédio do Quinino.
Os interessados devem encaminhar currículo para o e-mail direhcomunica@fiocruz.br, até o dia 10/4/2009, com o código “Estágio/Comunicação”.
Confira o anúncio dessa vaga de estágio no próprio site da Direh!
Outros | Comments (0)O Estado RJ Online lembrou de mim
Em matéria do jornal O Estado RJ Online publicada no dia 10 de janeiro, que trata do web jornalismo, perpassando por a história do próprio jornal, eu fui lembrada.
O Estado RJ Online, para mim, foi uma escola e um laboratório, já que além de aprender as técnicas jornalísticas, eu pude colocá-las em prática.
Estou muito feliz por terem lembrado de mim!
Segue o trecho da matéria A Internet faz do jornalismo de hoje diferente de ontem e novo amanhã em que fui citada:
“Hoje, a equipe de editores é formada por Laís Roque e Fábio Augusto (editores-chefes), e Carolina Rocha (editora-assistente). Mas, a versão online e impressa já contaram com a presteza e o comprometimento de muita gente: Sidmar Junior (editor-chefe), Raimundo Aquino e Renata Cunha (editores-assistentes, foram os precursores do site), Guilherme Dutra e Claudia Fonseca (editores-chefes), Tássia Braga e Priscila Paiva (editoras-assistentes)”.
Obrigada Guilherme França e toda a sua equipe!
Vida longa ao Estado RJ Online!
Também sinto saudade, Guilherme.
Outros | Comments (0)Uma breve análise sobre qualidade em televisão
Partindo da assertiva de que a qualidade em televisão é um conceito subjetivo, que não obteve, ainda, um consenso em relação à sua significação, iniciaremos uma análise sobre o tema, tendo como base o livro “Pode-se amar a Televisão?”, de Arlindo Machado.
Faz-se necessária, primeiramente, uma breve abordagem histórica sobre os principais modos de tratar a televisão, definidos por Machado como o modelo de Adorno e o modelo de McLuhan, para então, como o mesmo afirmou, sabermos a importância de distinguir entre os diversos empregos de qualidade em televisão e compreendê-la de uma melhor forma.
O modelo adorniano considera a televisão como um meio congenitamente “mau”, não importando o que ela veicula. A televisão não é avaliada a partir de uma observação sistemática sobre o conteúdo exibido, sobre um critério de seleção rigoroso como o realizado quando da análise musical por Adorno.
O modelo mcluhaniano, que considera a televisão congenitamente “boa”, também não se preocupa com aquilo que é veiculado, apesar do conhecimento efetivo da televisão por parte de McLuhan. Ambas visões se equivalem, teoricamente, ao tratarem o objeto de análise como estrutura abstrata, modelo genérico de produção e recepção, sem resultados expressivos em nível dos programas, sem espaço para existência de diversidade, de paradoxos no campo da prática.
Em síntese, para Adorno, mesmo que todos os trabalhos mostrados na televisão fossem da melhor qualidade, ela seria de natureza “má”, ao passo que para McLuhan, existindo somente porcaria em suas telas, a televisão seria de natureza “boa”. Ou seja, a televisão é vista com indiferença (lugar que não é destinado para produtos sérios) e inferioridade, e isso se agrava principalmente quando o assunto é qualidade.
Para muitos críticos de televisão, a qualidade está atrelada a uma adaptação mercadológica, em que o valor de compra é ressaltado. Há também uma concepção paternalista, na qual a qualidade está associada aos valores educativos e morais, dentre outras visões.
Um dos pontos principais destacados por Arlindo quanto à qualidade em televisão é que, tal como acontece noutros meios, ela implica, muitas vezes, na diminuição da audiência, mas que, mesmo sendo a menor audiência, é sempre a maior que um trabalho poderia almejar, exatamente por atingir a uma centena de milhares de telespectadores.
Os intelectuais defensores da televisão afirmam que as produções artísticas são influenciadas por questões políticas e comerciais, independente de serem televisivas e da época em que foram criadas. Podemos citar, como exemplo, os músicos e pintores que contavam com o patrocínio dos nobres e faziam suas obras por encomenda. E isso engloba todo o tipo de arte.
Outros | Comments (0)Projeto de marketing
Em 2008, como avaliação semestral da disciplina de marketing, do curso de jornalismo, foi desenvolvido em grupo um projeto sobre jornalismo on-line.
Como idealizadora do projeto, vou compartilhá-lo com vocês.
Esse projeto nos rendou a nota dez!
Quem sabe os inspira?! =)
Outros | Comments (0)Repórter CBTU
O ‘Repórter CBTU’ é um espaço de jornalismo participativo, no site da CBTU – Companhia Brasileira de Trens Urbanos, que reúne notícias e fotos sobre transporte urbano feitas por você.
Qualquer notícia relevante de transporte urbano do país que você testemunhe pode ser enviada. Para participar, basta seguir as orientações abaixo:
-> Somente serão publicados textos e fotos noticiosos, nunca opinativos, os artigos devem tratar só com fatos e as suas conseqüências verificáveis;
O conteúdo do texto e/ou as imagens deverão ser obrigatoriamente de autoria de quem os envia;
-> A publicação do conteúdo está sujeita à aprovação da equipe de jornalistas da CBTU; Todos os textos e imagens publicados serão assinados pelo(s) autor(es) que os enviaram;
Os textos poderão ter, no máximo, 4 mil caracteres, contando os espaços; Os arquivos poderão ter, no máximo, 2 megabytes;
-> Enviando seu texto e/ou imagem você estará autorizando a sua publicação e divulgação pela CBTU.
Eu também já colaborei com a seção ‘Repórter CBTU’. Se quiser conferir minha matéria, intitulada de ‘Visita de Lula muda trânsito no Rio’, basta selecionar a seção no filtro ‘Informativos CBTU’, na página principal do site.
Participe você também!
Matérias na CBTU | Comments (0)Entrevista com Antônio Vivaldo Azevedo
Profissional de Comunicação há 44 anos, Antônio Vivaldo Azevedo é o redator do Informativo CL, do Centro Cultural Carlos Lacerda. Trabalhou na área esportiva como repórter dos jornais Tribuna da Imprensa, Última Hora; e da rádio Mayrink Veiga. E na Revista do Fluminense (onde era setorista); como redator e editor do Boletim CBD (órgão oficial da Confederação Brasileira de Desportos). Foi, também, enviado especial da Última Hora, cobrindo a Seleção Brasileira de Futebol, visando a Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra, entre outras competições nacionais e internacionais.
O que o levou a entrar no ramo da Comunicação?
Vivaldo: Sempre me interessei pelas questões sociais e políticas. Quando eu era estudante de teatro, conheci HildeBrando, repórter e crítico teatral da Tribuna da Imprensa, e com isso, pude manifestar meu interesse em tais questões e na profissão jornalística. Dias depois, fui apresentado ao chefe da redação da Tribuna – José Machado – e passei então, a integrar a equipe deste jornal como estagiário, na reportagem geral.
Quais foram as dificuldades enfrentadas como iniciante de um grande jornal?
Vivaldo: Meu despreparo foi a maior dificuldade. A profissão de repórter requer agilidade e técnica redacional, o que se aprende com a prática diária.
Qual foi o momento ápice em sua carreira como jornalista esportivo?
Vivaldo: Nas Copas do Mundo de 1974, na Alemanha e de 1978, na Argentina, quando fui escrever um livro sobre esta competição e acabei assistindo a eleição de João Havelange, na FIFA, em Munique. Lembre-se: o Havelange era meu chefe na CBD.
Conte-nos um pouco sobre o seu relacionamento com João Havelange.
Vivaldo: Como repórter esportivo da Última Hora, eu fazia a cobertura da CBD (atual CBF), com isso, convivia diariamente com seus dirigentes, sob a presidência de João Havelange. Mais tarde, fui convidado por Abílio d’Almeida, diretor da CBD, para assumir o setor de divulgação desta entidade e fazer a revista mensal da CBD, onde fiquei de 1969 a 1978.
Hoje, como redator do Informativo CL, o que vê de mais impactante no dia-a-dia de um comunicador?
Vivaldo: A política. Nela há desamor ao país, muita corrupção, falta de bons propósitos e ausência de planejamentos.
Na sua opinião, quais foram as perdas e os ganhos inerentes à Comunicação, que acabaram por afetar a sociedade, durante esses anos de prática profissional na área?
Vivaldo: O que interessa é o ganho social. A imprensa deve apoiar os melhores projetos e os políticos, através de apurada visão sociológica, levando a tornar mais justa a sociedade.
Como comunicador, qual a perspectiva que vê no cenário atual da Comunicação?
Vivaldo: Crescimento. Cada vez mais, torna-se imprescindível o desenvolvimento da mídia, seja impressa ou eletrônica, na procura do progresso brasileiro.
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