Doação de leite humano cai quase 50%

janeiro 9th, 2010

Rio de Janeiro
Amamentação
De novembro a fevereiro, o número de doadores de leite humano cai quase 50%. De acordo com a responsável pelo Controle de Qualidade de Leite Humano do Instituto Fernandes Figueira (IFF), Daniele Silva, essa queda influencia na quantidade de leite a ser doado, dificultando o atendimento a outras unidades. “Nós ficamos restritos a atender os bebês que aqui estão internados e, muitas vezes, selecionamos os casos mais graves”.

Para doação, é necessário que a mãe esteja em boas condições de saúde e que produza leite em excesso. Os postos de doação funcionam nas maternidades Praça XV e Leila Diniz, no Hospital dos Servidores, entre outros locais do estado. A lista completa de bancos de leite pode ser obtida no site www.redeblh.fiocruz.br ou pelo telefone 08000-268877.

Crédito da foto: Delphine.

Farmanguinhos abre inscrições para curso de Gestão da Inovação em Fitomedicamentos

junho 3rd, 2009

A Farmanguinhos, unidade técnico-científica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), abriu as inscrições para o curso de especialização em Gestão da Inovação em Fitomedicamentos, no último dia 27, que vão até 30 de junho. O objetivo do curso é qualificar gestores em qualquer segmento da cadeia produtiva de medicamentos de origem vegetal e elaborar propostas de intervenção que viabilizem o desenvolvimento de produtos a partir da biodiversidade e a utilização do conceito analítico do complexo industrial da Saúde no Brasil.

De acordo com a coordenadora do curso, que atua no Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde do Centro de Produtos Naturais de Farmanguinhos, Maria Behrens, a especialização visa desenvolver, entre outros aspectos, a compreensão ampla do processo de inovação, no contexto do Sistema de Inovação em Saúde (SIS) e de diferentes perspectivas do processo dinâmico de gestão do conhecimento, como parte da estratégia das organizações em rede.

O público-alvo são profissionais graduados em áreas relacionadas aos objetivos do curso, que apresenta carga horária de 360 horas. Serão oferecidas 30 vagas.

Para mais informações, acesse o edital do curso.

Para se inscrever, clique aqui.

Confira essa matéria no site da Abifina!

Vital Brazil promove “Debates Científicos”

maio 27th, 2009

O Instituto Vital Brazil (IVB) promoverá Debates Científicos – Vital Brazil 90 anos, uma série de palestras abertas a estudantes e profissionais das áreas técnico-científicas e de Saúde Pública, entre os dias 1º e 3 de junho, na Câmara de Dirigentes e Lojistas de Niterói (CDL). O evento, que faz parte das comemorações dos 90 anos do IVB, contará com a presença de pesquisadores renomados do País – do Instituto, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), entre outros -  e da Costa Rica e Espanha.

O objetivo dos debates é tratar de diversos temas, desde as especificidades e curiosidades de alguns animais peçonhentos até a nova técnica de triagem populacional com exames feitos por meio de papel filtro. “É uma oportunidade ímpar para a realização de um evento que reúna nossos parceiros, cientistas e comunidade em geral. Para a discussão de assuntos e perspectivas mais importantes, relacionados à conexão entre pesquisa científica, produção de medicamentos e políticas de Saúde Pública e Ciência e Tecnologia”, explicou o presidente do IVB, Antônio Werneck.

O evento é gratuito. Os interessados em participar dos Debates Científicos – Vital Brazil 90 anos podem se inscrever pelo site do IVB (www.ivb.rj.gov.br). Serão aceitas, também, inscrições no próprio evento, mas as vagas são limitadas. Pesquisadores que desejarem apresentar seus estudos durante o evento devem enviá-los ao e-mail semanacientifica@ivb.rj.gov.br, para que sejam avaliados de acordo com as normas estabelecidas pela comissão.

Confira essa matéria no site da Abifina!

Vice-presidente da Abifina participa de programa do Canal Saúde

maio 6th, 2009

“A minha grande preocupação é com o fogo amigo. O Brasil é muito discursivo e pouco efetivo”, afirmou o vice-presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina), Nelson Brasil, no programa Sala de Convidados, do Canal Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que discutiu a Política Nacional de Assistência Farmacêutica, no dia 24 de abril.

Segundo Nelson Brasil, o produto farmacêutico é o que apresenta, no mundo, maior rentabilidade comercial. “O que explica os grandes interesses transnacionais envolvidos na indústria de fármacos e medicamentos, dificultando a viabilidade da política de medicamentos”, completou. Destacou também uma saída para essa questão: “vontade para reformar instituições e procedimentos”.

Sobre a comemoração dos 200 anos de propriedade industrial no País, o vice-presidente da Abifina ressaltou a atualidade e efetividade do alvará sobre política industrial feito pelo ainda príncipe regente do Brasil, em 1809. “É uma política industrial mais atual do que a que existe hoje”. Nós temos 200 anos de palavras, de conceito”, criticou.

O programa contou ainda com a presença do coordenador de Atenção Básica do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento, e o gerente técnico do Programa Farmácia Popular do Brasil, Hayne Felipe da Silva.

Para visualizar o vídeo do programa Sala de Convidados, clique aqui.

Confira essa matéria no site da Abifina!

Abifina participa de cerimônia de assinatura de termo de cooperação

abril 20th, 2009

O conselheiro da Abifina, Lelio Maçaira, esteve presente, no dia 8 de abril, em cerimônia de assinatura de termo de cooperação, em Brasília. O acordo, firmado entre o Ministério da Saúde (MS) e o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), tem como objetivo principal possibilitar que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) tenham uma articulação mais forte e organizada em ações nos campos da saúde, ciência e tecnologia.

O ministro Miguel Jorge (Mdic) ressaltou que a medida tornará os produtos fabricados no Brasil mais competitivos no mercado. “Atualmente, os produtores nacionais queixam-se da concorrência desleal dos importados, que muitas vezes não têm conformidade com as normas técnicas brasileiras”, explicou. Segundo Lelio Maçaira, com essa iniciativa, os laboratórios certificados pelo Inmetro poderão produzir análises de qualidade para a Anvisa, que obedeçam a regras e padrões internacionais. “Além de beneficiar tanto o consumidor final, que faz uso desses equipamentos para recuperar a saúde, quanto os médicos e outros profissionais da área que poderão contar com produtos mais seguros”, completou.

Essa matéria foi publicada na revista Facto, da Abifina, dos meses de março e abril, na seção Abifina em ação.

Farmanguinhos e Cristália firmam parceria na produção de fármacos e medicamentos

abril 9th, 2009

Foto: banco de imagens
medicamento

O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), unidade técnico-científica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e o laboratório Cristália Produtos Farmacêuticos firmaram parceria público-privada nas áreas de pesquisa, desenvolvimento, produção e distribuição de quatro medicamentos.

Desses produtos farmacêuticos, dois são protegidos por patentes: Helleva (Carbonato de Lodenafila), indicado para disfunção erétil, e Revia (Cloridrato de Naltrexona), para tratamento de alcoolismo. Os outros dois são o antiretroviral Ritonavir e o antiparasitário Mebendazol.

O acordo vem ao encontro de programas de saúde propostos pelo ministro Gomes Temporão, como o Programa de Saúde do Homem. Essa parceria com a Cristália se soma as já firmadas por Farmanguinhos em apoio a programas do Ministério da Saúde, que compreendem, entre outras, a dos laboratórios Stragen/Libbs e Biolab, para a produção de anticoncepcionais.

Essa iniciativa tem como objetivos principais a coleta e o compartilhamento de informações necessárias ao melhor detalhamento dos termos e das metas dessa parceria; a realização de atividades preparatórias para troca de dados técnicos e comerciais, levando em conta o interesse público, bem como a eficiência da produção e distribuição de medicamentos.

O pedido de registro desses medicamentos será submetido à Anvisa ainda em 2009.

Confira essa matéria no site da ABIFINA!

Servidores recebem diplomas de conclusão do Ensino Médio

abril 7th, 2009

Foto: Edineia Freire/Peja
peja-fiocruz

No dia 31 de março, os 26 servidores da última turma de Ensino Médio do Programa de Educação de Jovens e Adultos (Peja) da Fiocruz receberam seus diplomas, em evento na Coordenação do Programa, no prédio da Expansão.

O técnico em assistência hospitalar do IFF, Ronaldo César de Oliveira, ex-aluno do Peja/Fiocruz, ressaltou a importância do Programa na obtenção de conhecimentos e no crescimento profissional. “Antes, eu não podia me matricular em alguns cursos por não ter a formação em Ensino Médio”, explicou. Seu colega de turma, o agente de segurança da Dirac, Sebastião Ramos, afirmou que houve várias mudanças após a conclusão dos estudos. “Eu interajo melhor com as pessoas, porque aprimorei o meu português. Até no ambiente familiar posso ver essa melhora”, contou Sebastião.

A formatura da turma aconteceu em dezembro de 2008, no auditório da EPSJV.

Sobre o Peja

Reiniciado em 2000 por meio de uma parceria da Direh, EPSJV e Secretaria Estadual de Educação do Rio, o Peja era voltado inicialmente aos servidores da Fiocruz sem educação básica. Em 2003, o Peja passou a atender as comunidades do Complexo de Manguinhos, o que levou à criação do Pólo I, vinculado ao Projeto de Desenvolvimento Local Integrado Sustentável (DLIS/Ensp). Já o Pólo II foi criado em 2004, com a incorporação do antigo Programa de Educação dos Trabalhadores de Manguinhos (Proeduc/Dirac) ao Peja. Este Pólo é voltado aos trabalhadores terceirizados e moradores de Manguinhos e funciona à noite na EPSJV.

O Peja voltado aos servidores encerrou suas atividades no final de 2008, após cumprir a sua missão de garantir a educação básica a esses profissionais da instituição.

Veja as fotos do evento na Intranet da Direh.

Confira essa matéria no site da Direh!

Perfil do estagiário de jornalismo da Direh

abril 2nd, 2009

Como a Diretoria de Recursos Humanos (Direh) da Fiocruz está selecionando candidatos para a vaga de estágio curricular não obrigatório na área de comunicação social, com habilitação em jornalismo, e como sou a atual estagiária de jornalismo dessa Diretoria, pus abaixo as principais atividades desenvolvidas no estágio:

O estagiário faz a cobertura de eventos internos, a apuração e redação de  matérias, notas e entrevistas. Além disso, cuida da alimentação das mídias eletrônica e impressa, são elas a Intranet, o site e o mural. Todas têm conteúdo institucional e visam divulgar informações, prestar serviços, integrar os servidores, entre outros objetivos.

Informações sobre o perfil da vaga publicada no site da Direh:

Cursar o quarto ou quinto período de Jornalismo.

Requisitos desejáveis: dinamismo, iniciativa, boa relação interpessoal, organização e flexibilidade.

Conhecimentos em: Word, Internet, Power Point.

Atividades a serem desenvolvidas:
O estagiário atuará em comunicação interna, na apuração e redação de matérias jornalísticas, tanto para mídia impressa quanto para mídia eletrônica (site e Intranet).

Carga horária: 6h diárias
Valor da Bolsa: R$ 520,00
Auxílio-transporte: R$ 6,00 por dia estagiado, totalizando R$ 132,00 mensais.
O estágio será realizado na área de Comunicação da Direh, no prédio do Quinino.

Os interessados devem encaminhar currículo para o e-mail direhcomunica@fiocruz.br, até o dia 10/4/2009, com o código “Estágio/Comunicação”.

Confira o anúncio dessa vaga de estágio no próprio site da Direh!

‘O que há de mais importante na Fiocruz’ entrevista: Sílvia Lacouth

março 31st, 2009

À frente da Creche Fiocruz, a diretora e pedagoga Sílvia Lacouth destaca, nessa entrevista, a importância de se manter a equipe atualizada.

Em que é formada?
Em Pedagogia. Tenho especialização em Educação Infantil e sou mestranda em Educação.

Há quanto tempo trabalha na Fiocruz? Sempre na Direh?
Há 24 anos. Sempre na Direh.

Como é a sua rotina de trabalho na Creche?
A diversidade encontrada por conta do contato com crianças, famílias e trabalhadores faz com que cada dia seja diferente e um desafio.

Quais os principais desafios na direção da Creche?
Manter a qualidade do atendimento às crianças e servidores da Fiocruz; investir na formação de educadores infantis; e contribuir para as políticas públicas nacionais para a área de Educação Infantil.

Destaca alguma experiência marcante em sua atuação na Fiocruz?
Ouvir de uma criança, que passou pela Creche Fiocruz e que hoje está em uma universidade pública, que a Creche foi uma das razões de sua conquista.

Quais são suas metas na instituição?
Manter a equipe atualizada para que este espaço seja pioneiro e diferenciado. Uma referência para a Educação Infantil.

Tem trabalhos científicos publicados? Pode citar um ou mais?
Tenho vários trabalhos apresentados em congressos e publicados em revistas sobre a temática da diversidade na Educação Infantil.

Realizou algum curso de capacitação pela Fundação?
Vários.

O que significa a Fiocruz para você?
Uma instituição-referência não apenas na área de Ciência e Tecnologia, mas que também possibilita que cada pequeno espaço, cada trabalhador sinta-se orgulhoso pelo trabalho desenvolvido. Tenho imenso respeito e carinho pela Fiocruz.

Além de conferir essa entrevista no site da Direh, assista ao vídeo comemorativo de 18 anos da Creche com Sílvia Lacouth!

Entrevistada da seção ‘O que há de mais importante na Fiocruz’: Vânia Buchmüller

março 16th, 2009

A pedagoga Vânia Buchmüller, que completará em novembro 27 anos de atuação na Fiocruz, trabalha no Núcleo de Planejamento da COC. Nessa entrevista, destaca como o maior desafio profissional contribuir para a gestão da Fundação.

Em que é formada?
Sou formada em Pedagogia, com pós-graduação em Sistemas da Qualidade e Produtividade e mestre em Gestão de Ciência e Tecnologia pela Ensp.

Há quanto tempo trabalha na Fiocruz?
Em novembro de 2009, farei 27 anos de Fiocruz.

Já atuou em outros departamentos ou unidades?
Entrei na Fiocruz em 1982, para atuar no Programa de Educação Continuada da Ensp. Em 1985, fui para a COC, onde estou até hoje.

Fale um pouco sobre a sua atuação no Núcleo de Planejamento da COC.
Iniciei na área de planejamento da COC em 2000. Desde então, acompanho a busca institucional para a implementação de um sistema de planejamento centrado em programas e ações finalísticas, possibilitando uma gestão orientada para resultados e com foco no monitoramento e avaliação. Em 2004, com a revisão do Plano Plaurianual do Governo Federal e a criação do PPA–Fiocruz, buscamos trabalhar com uma programação mais clara de nossos objetivos e metas. Isso proporciona uma programação orçamentária mais eficiente.

Qual é o principal desafio em seu trabalho?
Contribuir para a gestão da Fiocruz, para que ela possa cumprir com a sua missão.

Quais são as suas metas na Fiocruz?
Ingressar no doutorado na área de gestão.

Tem trabalhos científicos publicados?
Não.

Já fez algum curso de capacitação pela Fundação?
Vários. Cito algumas capacitações: Introdução à Gestão de Documentos, pela Associação dos Arquivistas Brasileiros; Planos de Carreira na Administração Pública e Dimensionamento da Força de Trabalho, pela Fiocruz; Formação de Facilitadores para a Avaliação da Gestão Pública, pelo Ministério da Saúde.

O que representa a Fiocruz para você?
Uma instituição com uma diversidade imensa que nos estimula a entendê-la e a vestir sua camisa. Tenho muito orgulho de estar na Fiocruz e de ser Fiocruz.

Para visualizar essa entrevista no site da Direh, clique aqui.

‘O que há de mais importante na Fiocruz’ entrevista: Fátima Ayres

março 9th, 2009

Formada em Letras, Fátima Ayres atua no Departamento de Administração de Recursos Humanos (DARH) da Direh. Nessa entrevista, destaca a quantidade de capacitações realizadas na Fiocruz.

Em que é formada?
Em Letras – Português/Francês/Literaturas (brasileira, portuguesa e francesa).

Há quanto tempo está na Fiocruz?
Há 12 anos. Entrei no concurso de 1996 como nível médio e, em 2006, passei no concurso para nível superior.

Já atuou em outros departamentos da Direh ou de outras unidades?
Sim. No SRH de Biomanguinhos, por cerca de três anos. Depois, no SRH do IOC e um ano no Departamento de Ensino do IOC, quando passei no concurso e vim para o DARH/Direh.

Quais as principais atividades desenvolve no Departamento de Administração de Recursos Humanos da Direh?
Pelo DARH passam praticamente todos os processos da Fiocruz; à Secretaria, cabe recepcioná-los, analisá-los e redistribuí-los. Nos processos de competência da própria Secretaria, após análise, emitimos portarias, minutamos ofícios e elaboramos despachos diversos. Também somos responsáveis pelo controle e emissão de carteiras funcionais e assessoramento à chefia.

Qual é o maior desafio em seu trabalho?
Vencer a burocracia. Nossos processos de trabalho são muito burocráticos; às vezes, retrógrados, e emperram o andamento da máquina.

Destaca algum momento marcante na Fiocruz?
A Fiocruz tem vários momentos marcantes e é difícil enumerá-los, mas prefiro me ater a minha área de atuação. Acredito que a gestão da Tânia Celeste/Paulo Buss foi um marco para a área de gestão de RH. Eles iniciaram o processo de capacitação e valorização deste segmento.

Tem trabalhos científicos publicados?
Sim. Tive um trabalho selecionado para apresentação oral na Escola Superior de Administração do Exército e, após a apresentação, meu artigo foi escolhido e publicado em revista científica indexada desse órgão.

Já participou de alguma capacitação pela Fiocruz?
Muitas. Fiz quatro cursos de informática. Participei de um congresso e um fórum internacional, cinco congressos de gestão e tecnologia da informação, dois fóruns de gestão da educação, um seminário de sistemas de saúde pela Ensp, diversos cursos pela Enap e fiz inglês instrumental. Fiz também, pela Ensp, pós-graduação em gestão de C&T em saúde, outra pós-graduação em gestão de RH e mestrado em saúde pública.

Como você define a Fiocruz?
Difícil definir uma instituição tão plural, mas ela tem uma grande importância histórica na pesquisa, no ensino,  na produção de fármacos e vacinas, na assistência, enfim, em praticamente todas as suas áreas de atuação. É de fato uma instituição de excelência e vanguarda que cuida da saúde de forma contemporânea.

Confira essa entrevista no site da Direh!

‘O que há de mais importante na Fiocruz’ entrevista: Sebastião Roberto

março 3rd, 2009

O assistente técnico de Gestão em Saúde do Núcleo de Tecnologias Educacionais em Saúde (Nuted) da EPSJV, Sebastião Roberto, completou 31 anos na Fiocruz, em dezembro. Destaca, nessa entrevista, acontecimentos que marcaram a história da Fundação ao longo dessas três décadas.

Qual a sua formação?
Ensino Médio completo, com especialização em Ciências Públicas em Saúde pela EPSJV.

Está há quanto tempo na Fiocruz?
Há 31 anos.

Quais atividades desempenha no Núcleo de Tecnologias Educacionais em Saúde (Nuted)? Já atuou em outros setores da EPSJV e unidades?
Dou suporte à área administrativa do Núcleo e à área de filmagem, e também cuido de seu patrimônio. Ingressei na Fiocruz como motorista da presidência, onde fiquei por quase dez anos. Depois, atuei na gráfica do Multimeios, no Icict, por cinco anos. Tive também uma curta passagem pela Dirad, no protocolo.

Qual o principal desafio em seu trabalho?
É me familiarizar com a informática e a Internet.

Destaca algum acontecimento marcante em sua carreira na Fundação?
A visita do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, na inauguração do novo prédio da Escola. A recuperação da Fundação após a ditadura militar, que foi esquecida nesse período, também merece ser destacada.

Ainda sobre a EPSJV, que começou com o Ensino Fundamental, destaco o seu grande conceito na Fiocruz e no exterior. Muitos alunos têm o objetivo de trabalhar na Fundação, que conta com vários ex-alunos da EPSJV.

Quais suas metas na Fiocruz?
Eu tenho a expectativa de fazer um curso na área de fotografia, até porque no Núcleo existe a necessidade de se ter habilidade nesse campo.

Já realizou algum curso de capacitação pela instituição?
Além da especialização em ciências públicas em saúde, fiz um curso de excelência no atendimento ao cidadão fora da Fiocruz e de informática pela EPSJV.

O que é a Fiocruz para você?
Mudei muito a minha visão de mundo pelo que a Fiocruz produz de conhecimento e por ter formado aqui um grande círculo de amizades.

Leia essa entrevista no site da Direh.

‘O que há de mais importante na Fiocruz’ entrevista: Fábio Lucas

fevereiro 26th, 2009

Há 21 anos na Fiocruz, o administrador Fábio Lucas atua na revista Radis (Reunião, Análise e Difusão de Informações sobre Saúde). O tema do Programa Radis, vinculado à Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp), é o Jornalismo em Saúde Pública.

Qual a sua formação?
Administração de empresas.

Há quanto tempo trabalha na Fiocruz?
Há 21 anos.

Já atuou em outros departamentos da Ensp ou unidades?
Sim. Trabalhei na secretaria do Departamento de Ciências Sociais da Ensp durante 17 anos, destes, oito anos como chefe de secretaria.

Quais atividades desempenha na Radis?
Atendimento aos pedidos de assinatura e atualizações de endereço, que chegam por e-mail, site da Radis, cartas, telefone e fax. Faço também o acompanhamento da impressão mensal da mala direta do Radis, hoje com 65 mil endereços; do recebimento e envio de processos diversos; da confecção mensal de pacotes e envelopes da revista Radis, enviados para toda a Fiocruz e outras instituições; da confecção de memorandos e cartas; de solicitações mensais de material de consumo ao almoxarifado da Ensp; e de pagamentos, entre outras.

Como é fazer parte de uma publicação com 26 anos de existência?
É ter a cada dia o seu trabalho reconhecido, quando se abre uma carta ou e-mail com elogios e agradecimentos do leitor.

Quais os principais desafios em sua atuação na Fiocruz?
Meu principal desafio é procurar sempre atender bem os leitores e as demandas da coordenação, redação e documentação.

Quais as suas metas na Fundação?
Fazer mais cursos de aperfeiçoamento e atualização nas áreas administrativa e de secretaria.

O que representa a Fiocruz para você?
Representa uma instituição séria e reconhecida mundialmente pelo seu excelente trabalho em todas as áreas. Tenho orgulho de trabalhar na Fiocruz e poder contribuir com tudo isso.

Para visualizar essa entrevista no site da Direh, clique aqui.

Creche Fiocruz homenageia Carmem Miranda

fevereiro 20th, 2009

Foto: Creche Fiocruz
carnaval-na-creche

Em homenagem aos 100 anos de nascimento da cantora Carmem Miranda, a Creche Fiocruz tem promovido atividades que mostram às crianças a obra desse ícone da música brasileira. O ciclo foi coroado com um baile de carnaval, que aconteceu em 18 de fevereiro, nos campi de Manguinhos e do IFF, e com direito a foliões mirins fantasiados e a marchinhas como “mamãe eu quero” e “tico-tico no fubá”, de autoria da pequena notável.

Como pré-aquecimento do baile, foi realizado, no dia anterior, um banho de mangueira, regado a picolé e biscoito de vento. As crianças se divertiram ao escorregarem na grama da Creche, ao som de famosas marchinhas. Já no próximo dia 27, a Creche oferecerá às crianças uma salada de frutas, que fazia parte das exuberantes roupas e apetrechos com que Carmem Miranda se apresentava em público.

Confira as fotos do Baile de Carnaval da Creche na Intranet Direh.

Veja essa matéria no site da Direh.

Entrevistada da seção ‘O que há de mais importante na Fiocruz’: Denise Oliveira

fevereiro 16th, 2009

A doutora em Ciências da Saúde, Denise Oliveira, atua há 25 anos na Fiocruz. Já trabalhou na Ensp e hoje coordena o Grupo de Pesquisa em Alimentação, Saúde e Cultura, da Direb (Fiocruz Brasília), entre outras atividades. Nessa entrevista, Denise destaca como meta a criação de um observatório de hábitos alimentares em parceria com instituições nacionais e internacionais.

Qual a sua formação?
Nutricionista. Sou mestre em Ciências da Alimentação e Nutrição pela Universidade de Gand, na Bélgica; mestre em Ciências da Saúde Pública pela Fiocruz e doutora em Ciências da Saúde pela UnB.

Está há quanto tempo na Fiocruz? Já atuou em outras unidades?
Entrei em 1984 como estágiária de nutrição do Centro de Saúde Escola, da Ensp. Em 1986, prestei concurso no Centro para a vaga de nutricionista e fui aprovada. Trabalhei lá até 1995 e fui para Brasília acompanhando meu marido. Na capital, ocupei cargos de confiança no extinto Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição, Ministério da Saúde e Casa Civil da Presidência da República.

Quais os desafios em coordenar a área de pesquisa na Direb?
Deixei a coordenação este mês. Mas o grande desafio era construir esta atividade em uma unidade que ainda não foi considerada como unidade técnico-científica. Temos expertise técnica, competência e financiamento, mas a presidência da Fiocruz expressa dificuldades em nosso reconhecimento.

Qual o papel da Fiocruz na promoção de políticas de segurança alimentar e nutricional no País?
Somos uma das instituições que liderou esta discussão. Temos formado profissionais de saúde, alunos de graduação desde 1987 em Sistemas de Vigilância Alimentar e Nutricional. Atualmente, formamos toda a estrutura para a Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) em áreas indígenas. Sou referência, como pesquisadora da Fiocruz, em fóruns nacionais e internacionais. Portanto, a lei de SAN que vigora no país foi construída com apoio da Fiocruz, por meio de quatro pesquisadoras: Denise Oliveira e Silva, Denise Cavalvante Barros; Rosana Magalhães e Esther Zaborowiscki. Infelizmente, encontramos barreiras de reconhecimento na Fiocruz sobre este trabalho.

Fale sobre sua atuação como revisora do periódico Cadernos de Saúde Pública, da Ensp.
Tenho recebido artigos nos campos da metodologia qualitativa e da alimentação e nutrição. Tento oferecer contribuição para melhorar a qualidade do Caderno de Saúde Pública.

Quais acontecimentos você destaca em seu trabalho?
Tenho muito orgulho de ser da Fiocruz. Foi meu primeiro emprego e onde eu construí minha carreira. Tenho um dever de gratidão e esperança que, pessoas como eu, tenham chances parecidas e contribuam para o país. Desde 1984, coleciono mais alegrias do que tristezas. Quando vivo situações inadequadas, trabalho comigo o ideário de que a ciência é para servir o próximo.

Destaco três acontecimentos: sou coordenadora de um curso de pós-graduação desde 1987, que nunca sofreu interrupção; participei do primeiro grupo de pesquisadores negros da Fiocruz, coordenado pelo saudoso professor Sebastião Oliveira; criei a semente das atividades de ensino na Fiocruz/Brasília, que contou com o apoio da professora Elizabete Moreira e do ex-presidente Paulo Buss.

Quais suas metas na Instituição?
Fortalecer a expertise em alimentação, nutrição e cultura. Criar um observatório de hábitos alimentares em parcerias com instituições nacionais e internacionais.

Tem trabalhos científicos publicados?
Sim. No campo da etnia e SAN; políticas públicas e alimentação e cultura.

O que é a Fiocruz para você?
O lugar onde cresço e amadureço como um ser humano plural e comprometido com a humanidade.

Confira essa entrevista no site da Direh!

‘O que há de mais importante na Fiocruz’ entrevista: Fátima Ferreira

fevereiro 9th, 2009

Há 16 anos na Fiocruz, a administradora Fátima Ferreira atua hoje no Serviço de Recursos Humanos da Dirac. Destaca, nessa entrevista, os frutos do Programa de Qualidade de Vida da unidade.

Qual é a sua formação?
Sou graduada em Administração de Empresas, com pós-graduação nas áreas de Recursos Humanos e Marketing.

Há quanto tempo trabalha na Fiocruz?
Há 16 anos e 5 meses.

Já atuou em outros departamentos e/ou unidades?
Sim. Na Dirac, no Departamento de Apoio ao Campus/DAC (atual DSG), no Serviço de Administração/Secretaria Executiva e Serviço de Recursos Humanos. E na Presidência, participando de alguns trabalhos.

Quais são suas principais atividades no Serviço de Recursos Humanos da Dirac?
Coordenar o Programa de Qualidade de Vida e produzir outros eventos da unidade.

Quais são os principais desafios em seu trabalho?
Transformar idéias em acontecimentos.

Gostaria de destacar algum fato marcante em sua atuação na Dirac?
Uma das coisas que me marcam é a satisfação em ver profissionais de diferentes áreas, independente da função que exercem, se integrarem durante uma atividade do QualiVida. E o mais legal disso tudo é perceber que esse efeito perdura.

Quais são suas metas na Fiocruz?
Contribuir efetivamente com a instituição no cumprimento do seu papel com a população.

Já fez algum curso de capacitação pela Fundação?
Sim, vários. A Fiocruz oferece muitas oportunidades para o nosso desenvolvimento.

O que significa a Fiocruz para você?
O destino me trouxe para cá.  Aqui aprendi (e ainda aprendo) muito. Cheguei como bolsista, passei por algumas terceirizações e hoje tenho a felicidade de ser servidora. Tudo parece um sonho…  A Fiocruz é a minha segunda casa.

Confira essa entrevista no site da Direh!

Creche promove curso de formação continuada

fevereiro 5th, 2009

A Creche Fiocruz ofereceu, nos dias 2 e 3 de fevereiro, um curso de formação continuada aos seus profissionais, nos auditórios da Dirac e do Nust/Coordenação de Saúde do Trabalhador. O curso abordou os temas Plano de Contingência da Creche Fiocruz e Produção Científica: Conversando sobre o Manual de Saúde para a Creche. Segundo a diretora da Creche, Sílvia Lacouth, o evento funcionou como um aquecimento para o retorno das atividades da unidade.

Na abertura do segundo dia de curso, Sílvia Lacouth lembrou o pioneirismo da Creche Fiocruz na produção de um manual dirigido à saúde. “O Manual de Saúde para a Creche foi o primeiro na América Latina”, disse. A pediatra Lenir da Silva e a nutricionista Maura Mello, ambas da Creche, estiveram à frente de um grupo operativo, composto pela equipe técnica da unidade, que analisou os cinco capítulos do Manual. Para Lenir, “esse encontro é um grande exercício de autonomia, já que submete os conceitos inseridos no Manual ao dia-a-dia dos profissionais que atuam na Creche”.

Ao final da avaliação coletiva sobre o material, os grupos de nutrição, higiene, saúde do trabalhador e acidentes e doenças infecciosas se apresentaram, expondo as possíveis melhoras no conteúdo do documento. Após a apresentação, sugestões e críticas foram entregues às palestrantes, envolvidas nesse trabalho há dois anos.

O gestor de treinamento da Fiocruz, Jeremias Gomes, iniciou a palestra sobre segurança no trabalho, explicando o que é um plano de contingência. Trata-se de “uma análise de riscos, um levantamento técnico que visa às garantias da integridade física e de patrimônio”. Jeremias enfocou o esforço em tornar a Creche uma referência em procedimentos de segurança. Ele anunciou a elaboração de um manual de normas direcionadas à unidade e as palestras voltadas aos seus profissionais, que serão ministradas nas próximas semanas. “O prazo para que todos os processos de treinamento sejam concluídos é de dois meses”, afimou o palestrante.

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Fazendo e Aprendendo promove oficina para reforço de português

janeiro 16th, 2009

O projeto social Fazendo e Aprendendo, parceria entre a Fiocruz e a Associação Beneficente São Martinho, promove uma oficina para reforço de português, nos meses de janeiro e fevereiro. O público-alvo são 18 participantes do projeto. A oficina, que será ministrada por uma voluntária da São Martinho e professora de português e literatura, Márcia Jorgete, acontecerá às terças-feiras, das 13h30 às 15h, no prédio da Expansão.

De acordo com o educador social da São Martinho, Thiago Delgado, o programa de atividades anuais do projeto será retomado em março.

Sobre o Fazendo e Aprendendo
O projeto foi criado em 1996, com a finalidade de promover a educação para o trabalho e práticas de cidadania para os adolescentes na faixa etária entre 16 e 18 anos, em situação de risco social. O Fazendo e Aprendendo já atendeu a 650 adolescentes, que desenvolvem atividades como oficinas de trabalho, aprendizagem de ofício e atividades sócio-culturais, além de trabalharem em atividades administrativas, com remuneração. Um dos pré-requisitos para a inclusão no projeto é de que os jovens frequentem a escola.

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Site da Direh conta com mais de 70 entrevistas com trabalhadores

janeiro 13th, 2009

Inaugurada em maio de 2007, a seção de entrevistas O que há de mais importante na Fiocruz, do site da Direh, contou com a participação de 74 trabalhadores até dezembro de 2008.

O objetivo da seção, que é atualizada semanalmente, é valorizar a força de trabalho da Fiocruz e divulgar a atuação de seus profissionais internamente. São contemplados os mais diversificados perfis profissionais, lotados em todas as unidades. Os participantes são indicados pelos Serviços de Recursos Humanos e assessorias de comunicação de suas unidades.

O arquiteto e urbanista da COC, Renato Gama-Rosa, aprovou a idéia da seção: “Achei muito boa a oportunidade de colocar na entrevista algumas questões. A seção é importante porque valoriza os recursos humanos das unidades, a formação dos trabalhadores”. Para a médica do Ipec, Léa Camillo-Coura, “foi muito interessante fazer parte dessa seção de entrevistas do site”. Ela reafirma um desejo expresso na entrevista para o site: “Que a Fiocruz continue a trilhar um bom caminho, com a posse de Gadelha”.

Para ler as entrevistas, clique aqui.

Confira essa matéria no site da Direh!

Entrevistada da seção ‘O que há de mais importante na Fiocruz’: Kátia Sydronio

janeiro 12th, 2009

A enfermeira Kátia Sydronio, há 25 anos na Fiocruz, atua no Banco de Leite Humano do Instituto Fernandes Figueira (BLH/IFF). Atualmente, o Banco é referência na atenção à saúde materna e do bebê, por contribuir para redução da mortalidade infantil. Kátia destaca, nessa entrevista, a criação e a consolidação da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, a maior e mais complexa do mundo, com 195 unidades.

Atua há quanto tempo na Fundação?
Há 25 anos.

Qual a sua formação?
Sou enfermeira, com mestrado em Enfermagem e doutorado em Saúde da Mulher e da Criança.

Quais atividades desempenha no Banco de Leite Humano do IFF? Qual a importância desse atendimento para a saúde do bebê?
No BLH/IFF, atuo diretamente na assistência à clientela, tanto às mães quanto a seus bebês que necessitam de apoio para amamentar; supervisiono residentes de enfermagem; ministro disciplinas nos cursos de especialização em Enfermagem e da pós-graduação; e realizo pesquisa na área de aleitamento materno.
O BLH, a cada dia, vem se consolidando como pólo de referência na atenção à saúde da mãe e do bebê, nos níveis assistencial e de produto. O BLH contribui sobremaneira na redução da mortalidade infantil e na manutenção do tempo de amamentação exclusiva ao seio.

Como é o trabalho com recém-nascidos com risco de morte? E com as mães adolescentes?
Os bebês que estão impossibilitados de sugar o seio materno, seja por prematuridade ou alguma complicação, na gestação ou parto, podem receber, conforme prescrição médica, leite pasteurizado do BLH. Devemos deixar claro que desde que tenhamos disponibilidade, qualquer bebê internado em UTI pode vir a ser beneficiado com o leite do banco.
As mães adolescentes não têm diferença de tratamento no que se refere ao acompanhamento dos seus bebês. Permanecem no alojamento conjunto, onde são estimuladas a amamentar exclusivamente e acompanhadas até se sentirem seguras para manter a amamentação. Observamos que a adolescente comporta-se de forma igual à mulher adulta no quesito da amamentação.

Você destacaria alguma experiência no Banco de Leite Humano?
A experiência de construir e consolidar a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano como estratégia de redução da mortalidade infantil, reconhecida pelo Ministério da Saúde e pela OMS. Esse modelo tem sido expandido para a região Ibero-Americana, enquanto programa de cooperação bilateral em países como a Espanha, Portugal, Argentina, Uruguai, Equador, Cuba e Venezuela, além de outros países em fase de implantação. A Rede é a maior e mais complexa do mundo, hoje com 195 unidades.

Quais as suas metas na Fundação?
Continuar participando do programa de implantação de BLH e manter a participação em núcleo de pesquisa.

O que representa a Fiocruz para você?
A Fiocruz, para mim, é um orgulho, uma referência nacional e internacional em qualidade, desenvolvimento tecnológico, pesquisa e atenção à saúde.

Confira essa entrevista no site da Direh!

Entrevistada da seção ‘O que há de mais importante da Fiocruz’: Rita Torres Sobral

janeiro 9th, 2009

A farmacêutica Rita Torres Sobral está há sete meses na Fiocruz. Ela atua na Coordenação de Assistência Farmacêutica do Centro Tecnológico de Medicamentos (CTM), de Farmanguinhos. Rita fala, nessa entrevista, da prática da solidariedade – o CTM doou medicamentos à população de Santa Catarina, recentemente.

Qual a sua formação?
Sou farmacêutica formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Há quanto tempo atua na Fundação? Já atuou em outros departamentos ou unidades?
Entrei na Fiocruz na última chamada do concurso mais recente. Estou trabalhando desde junho de 2008 em Farmanguinhos, na Coordenação de Assistência Farmacêutica.

Quais atividades desempenha na Coordenação?
Estou no serviço de vendas públicas, que trata do planejamento e das vendas de medicamentos para estados, municípios e unidades do SUS. Tenho trabalhado também com algumas doações de medicamentos.

Quais os principais desafios em seu trabalho?
Conhecer e atuar em um novo campo de trabalho, a fim de otimizar as ações referentes ao atendimento da demanda de medicamentos no SUS.

Destaca alguma experiência marcante em Farmanguinhos?
Estar em Farmanguinhos e na Fiocruz já tem sido uma experiência muito marcante, mas posso destacar o processo de doação de medicamentos para Santa Catarina, neste momento tão delicado para eles e para todos nós.

Quais suas metas na instituição?
Contribuir para a construção de uma sociedade melhor, mais forte e com mais eqüidade e assim tentar retribuir a formação que a sociedade, por meio de instituições públicas, me proporcionou.

O que é a Fiocruz para você?
Uma instituição de grande importância para a população brasileira, em geral e particularmente; um grande sonho que está se realizando!

Confira essa entrevista no próprio site da Direh!

Direh lança projeto sobre novo modelo de gestão de RH

janeiro 7th, 2009

O evento de lançamento do projeto Integrando os profissionais de RH para um novo modelo de gestão, voltado para os Serviços de Recursos Humanos da Fiocruz, foi realizado no dia 15 de dezembro, no auditório do Ipec. Esteve presente o pesquisador da Universidade Corporativa do Banco do Brasil e professor da ENAP e FGV, Hugo Pena Brandão, que proferiu a palestra Gestão por Competências.

Na segunda etapa do evento, a funcionária do Sercap/Direh, Carla Xavier, apresentou um trabalho sobre os perfis dos candidatos ao concurso da Fiocruz de 2006. Carla destacou os desafios da gestão por competências, pontuando as carreiras de ingresso à Fiocruz, a promoção funcional, a progressão nas carreiras, bem como, o plano de carreiras e cargos. Informou ainda o quantitativo da força de trabalho e resumiu a trajetória da gestão por competências na Fundação.

Sobre a experiência do Projeto Avicênia, realizado entre 2005 e 2007, Carla contou que foi utilizada como instrumento de avaliação de competências a árvore do conhecimento. O público-alvo do Projeto foram jovens alunos e ex-alunos do Curso de Formação e Qualificação de Monitores para Museus. Algumas das competências do grupo citadas por Carla foram a adaptação à cultura, às regras institucionais e à rotina de trabalho.

A chefe do Departamento de Desenvolvimento em RH da Direh, Lúcia Cruz, destacou o sistema de gestão de desempenho. “É feita uma avaliação anual, que visa analisar o alcance de metas, o comprometimento institucional, entre outros fatores”, explicou Lúcia. Acrescentou que os critérios foram definidos por a Comissão de Carreiras, em 2002, e que desde esse período, o sistema vem sendo desenvolvido. Disse ainda que a avaliação por equipe, que seria a segunda etapa do sistema, não foi implementada. Um dos objetivos dessa etapa seria o desenvolvimento de criadores de desempenho que, segundo Lúcia, tem sido o entrave para a implantação do sistema.

Em sua apresentação, Ana Luísa Duboc do DDRH/Direh abordou o Projeto Mapeamento Competências Concurso Fiocruz 2006, que tratava dos perfis dos candidatos ao concurso. Uma das metas do Projeto era a análise da adequação da ferramenta SEE-K na gestão do trabalho na Fiocruz. Outra foi o mapeamento das competências dos novos candidatos com base no Edital do concurso. De acordo com Ana, 306 perfis e 276 competências foram analisados.

Quanto aos nós críticos do Projeto, Ana apontou a ausência de discussão institucional estratégica da gestão por competências. Falou também do uso da árvore do conhecimento com 20 concursados, por parte do grupo de estudo, de modo experimental.  “Por não haver um consenso sobre a utilização da ferramenta, decidiu-se fazer um estudo mais aprofundado, para analisar a viabilidade dela”, completou Lúcia Cruz.

Ana falou das questões surgidas no plano de trabalho do estudo. Quais os benefícios para a organização que implanta a gestão por competências?; Quais as vantagens reais do modelo?; Como seria um concurso público orientado pelo modelo de competências?; Quais os principais aspectos filosóficos, logísticos e operacionais das competências?.

Brandão destacou o cuidado do RH da Fiocruz no desenvolvimento do novo modelo de gestão

Em seguida, Hugo Brandão destacou os pressupostos da gestão por competências, como a não atribuição de maior responsabilidade do gestor em detrimento do trabalhador. Sobre o tema, Brandão afirmou: “A gestão por competências e a gestão por resultados não são antagônicas, mas sim complementares dentro de uma ótima e ampla gestão de estratégias de organizações”.

Brandão citou alguns fatores que contribuem para a motivação do desenvolvimento de competências, como a aprendizagem, que exige a mobilização do sistema cognitivo e que supõe um esforço que requer motivação; os motivos pelos quais a pessoa quer aprender, que podem estar relacionados aos ganhos profissionais obtidos; dentre outros.

Em relação ao sucesso do modelo, o palestrante falou da necessidade de ter uma descrição objetiva e precisa das competências requeridas; um alinhamento destas às estratégias da organização; de uma comunicação frequente de objetivos e procedimentos; de capacitação dos profissionais; entre outros quesitos. Destacou o cuidado do RH da Fundação em definir as descrições operacionais das competências. “A síntese da descrição operacional em uma única ideia é essencial”, completou Brandão”.

Sobre a validade do modelo de gestão e a prescrição dos diagnósticos de competências, o palestrante enfocou que estas dependem do contexto – presença de estímulos e ausência de barreiras –, de um clima organizacional favorável, de participação das pessoas e de capacitação. Lembrou que é preciso fazer um bom uso dos instrumentos adotados e de um bom contexto.

Em seguida, Hugo abordou as vantagens da gestão para o setor público. Neste, o desempenho significa satisfação da sociedade, uso adequado de recursos públicos e contribuição para o desenvolvimento econômico e social do País.

Ao final da palestra, Brandão falou do concurso público orientado por competências, destacando o mapeamento de competências relacionadas à organização (análise documental e consulta a fontes sociais); o detalhamento em conhecimentos, habilidades e atitudes, os quais representam as dimensões cognitiva, psicomotora e afetiva do trabalho a ser executado; a escala de instrumentos e procedimentos para medir o domínio do candidato nos conhecimentos, habilidades e atitudes requeridos.

Entrevistado da seção ‘O que há de mais importante na Fiocruz’: Umberto Trigueiros

dezembro 23rd, 2008

O jornalista Umberto Trigueiros, vice-diretor de Informação e Comunicação do Icict, tem uma extensa trajetória profissional na Fundação. Nessa entrevista, o editor do selo Fiocruz Vídeo lembra como foi importante trabalhar com Sérgio Arouca, da luta pela reforma sanitária e pela construção do SUS.

Qual a sua formação?
Estudei Ciências Sociais e também Literatura, mas sou jornalista profissional há mais de 40 anos e esta é a profissão da minha vida, com a qual me identifico plenamente.

Está há quanto tempo na Fiocruz? Já atuou em outros departamentos do Icict ou de outras unidades?
Tenho quase 22 anos de Fiocruz. Estive lotado na Ensp, na Comunicação Social da Presidência, que tive a honra de chefiar por quatro anos, e no Icict coordenei a VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz. Agora, desempenho a Vice-Diretoria de Informação e Comunicação da Unidade. Exerci também os cargos de assessor de imprensa do Ministério da Saúde e de assessor-chefe de Comunicação Social da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro.

Quais atividades desenvolve na Fundação?
Atualmente, como vice-diretor de Informação e Comunicação do Icict, coordeno os programas dessas áreas na unidade, como bibliotecas, Biblioteca Virtual em Saúde, Portal Fiocruz, VideoSaúde Distribuidora, Serviço de Desenvolvimento de Sistemas, Serviço de Programação Visual (Multimeios). Além disso, exerço a função de editor executivo do selo audiovisual Fiocruz Vídeo; sou membro do seu Conselho Curador e represento o Icict na Câmara Técnica de Informação, Comunicação e Informática.

Como é ser vice-diretor de Informação e Comunicação do Icict?
Tem sido um enorme desafio para mim que sou um profissional da área de Comunicação. O Icict é uma unidade relativamente nova, com um campo enorme para a criação e inovação. Há muito por fazer, mas estamos avançando rapidamente. Temos equipes que combinam bem a experiência de servidores mais antigos, com gente jovem, com muita energia e capacidade, aberta ao aprendizado e à mudança.

Qual o maior desafio em seu trabalho?
São vários os desafios. O primeiro é dar conta de todo esse trabalho e responsabilidade, muito embora, seja muito gratificante lidar com todas essas equipes, aprender com todos, com os erros e dificuldades, sentir orgulho de cada pequena conquista no avanço dos programas. Temos também o desafio de trabalhar na fronteira da tecnologia e da Ciência da Informação, sempre abertos ao novo, ao desenvolvimento. Pensando que nesse território não há verdades absolutas, a tecnologia mais moderna de hoje, amanhã estará sendo superada. Mas acho que o maior de todos os desafios é lidar com as pessoas, são as relações humanas e profissionais, reconhecer as capacidades, estimular o trabalho, o crescimento, a harmonia, a articulação, sem perder de vista nosso objetivo maior, que é servir à saúde pública e ao nosso povo.

Você é o editor do Fiocruz Vídeo. Quais são os objetivos do selo? Como funciona a produção e a distribuição?
O selo Fiocruz Vídeo foi criado em 2006, a partir das experiências exitosas da VideoSaúde Distribuidora e da Editora Fiocruz que gozam de grande credibilidade entre os produtores de vídeo e do mercado editorial. O principal objetivo do Fiocruz Vídeo é ampliar o espaço de difusão da informação sobre saúde, usando o fantástico instrumento de comunicação que é o audiovisual. O Fiocruz Vídeo seleciona produções de qualidade do acervo reunido pela VideoSaúde Distribuidora e também captando novos títulos para comercializá-los a baixo custo em feiras, congressos, universidades, livrarias, bancas de jornais e também por venda direta através da Editora Fiocruz.

Como foi lançar, pela primeira vez na história do Fiocruz Vídeo, um edital para produção de audiovisuais em saúde?
O concurso público, realizado no primeiro semestre de 2008, foi um sucesso, com 155 projetos concorrentes, vindos de todas as regiões do país. Foram selecionados sete projetos para a carteira de financiamento que contou com um recurso de 500 mil reais, sendo um vídeo de média metragem de ficção, um média-metragem documentário, dois documentários de curta-metragem e três de animação. Os projetos estão em execução. Um deles já foi finalizado e entregue, e outros dois estão sendo finalizados agora em dezembro. O Fiocruz Vídeo conta com uma editoria executiva e tem um Conselho Curador presidido pela vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação e composto por dez membros, sendo seis da Fiocruz e quatro externos.

Destaca alguma experiência significativa em sua carreira na Fiocruz?
Trabalhar na Fiocruz, para mim, tem sido uma experiência significativa quase que constantemente. Mas vou destacar alguns momentos muito relevantes, como foi trabalhar diretamente com Sérgio Arouca, uma figura humana extraordinária, um homem que pensava grande, comprometido com as grandes causas do povo brasileiro e que revitalizou a Fundação para esses novos tempos. Junto a ele e a muitos outros companheiros da Fiocruz e do campo democrático, pude participar ativamente da luta pela Constituinte, pela reforma sanitária e pela construção do SUS. (…) Mas o principal aqui na Fundação, para mim, é o espírito de colaboração, o compromisso das equipes, a disposição de sempre fazer mais e melhor que paira no ar.

O que representa a Fiocruz para você?
A Fiocruz é para mim uma conquista do povo brasileiro. Um esforço incrível de um povo sofrido, determinado e criativo que consegue construir com dinheiro público uma instituição de ponta em Ciência e Tecnologia e inovação em saúde inteiramente voltada para o bem-estar da sociedade, para o progresso e desenvolvimento do Brasil. Sinto-me aqui, neste pedacinho de Manguinhos, ajudando de alguma maneira a construir um projeto de Nação. Sinto-me bem, sinto-me digno.

Confira essa entrevista no site da Direh!

Programa de Estágio Curricular promove a 4ª oficina

dezembro 12th, 2008

O Programa de Estágio Curricular (PEC) da Fiocruz promoveu, em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), a quarta oficina do PEC, com o tema Desenvolvendo atitudes profissionais. Realizado em 11 de dezembro, no auditório do Pavilhão Rocha Lima (Biomanguinhos), o evento contou com a presença de 98 estagiários.

Na abertura da oficina, a chefe do Serviço de Capacitação da Direh, Elaine Lúcia, falou da importância da parceria com o CIEE na realização dessas atividades. Em seguida, a representante do Núcleo Técnico de Estágio do CIEE, Monique Pereira, realizou uma dinâmica de apresentação individual dos estagiários, para eles se conhecerem e interagirem, já que atuam em distintas áreas profissionais e unidades.

A construção da imagem profissional e social foi um dos temas abordados pela palestrante. Monique ressaltou como essenciais a apresentação pessoal, as linguagens corporal e verbal e a atitude. Neste último quesito, falou da importância de se estabelecer um bom relacionamento interpessoal, de ser pontual e ético.

A etiqueta profissional também foi destacada. Entre as características citadas estão a cordialidade, a necessidade de se conhecer as normas, os procedimentos internos da Fiocruz, a higiene e a organização do local de estágio. Ao falar das comemorações de final de ano, a palestrante alertou os estagiários quanto à conduta adotada em eventos. “Os eventos são a extensão do trabalho, e a discrição é a palavra-chave”, disse.

Estratégias de marketing foram abordadas

No encerramento da oficina, foi feita uma dinâmica, na qual os estagiários refletiram sobre a utilidade de dois objetos e tiveram de usar estratégias de marketing, para passar uma boa imagem de cada produto. O exercício serviu para mostrar que profissionalmente é importante fazer essa reflexão, para verificar, entre outros fatores, o que o estagiário tem de melhor e trazer isso para a sua carreira.

“O marketing pessoal significa projetar uma imagem de marca em relação a si próprio”, destacou a palestrante. E concluiu: “Desenvolver atitudes profissionais é importante porque gera credibilidade, transmite segurança, demonstra competência e fortalece o marketing pessoal”. Por fim, o responsável pelo PEC, Leandro Mussauer esclareceu as dúvidas dos presentes.

Para o estagiário de biologia do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), Job Domingos, os temas marketing pessoal e etiqueta profissional foram os mais interessantes, por contribuírem para a sua atuação no estágio.

PEC tem realizado oficinas de capacitação e aperfeiçoamento

A 1ª oficina, cujo tema foi Faça sua carreira decolar, realizada em dezembro de 2007, enfatizou a importância do desenvolvimento de habilidades vitais, no período de estágio, para o mercado de trabalho. Na 2ª oficina, que ocorreu em março de 2008, o tema abordado foi A arte de falar em público. Formando um time campeão foi o tema da 3ª oficina, realizada em julho, em que foram destacadas as habilidades técnicas e as competências comportamentais necessárias ao desenvolvimento do estagiário.

Confira essa matéria no site da Direh!

Implantação da Fiocruz do Pantanal e Cerrado

março 11th, 2008

A Fundação Oswaldo Cruz realizou, ontem, o primeiro seminário de planejamento de implantação da Fiocruz do Pantanal e Cerrado. O evento contou com a presença do presidente da Fundação, Paulo Buss, que representou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e autoridades da região Centro-Oeste como o governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli.

Este evento integra o processo de expansão nacional da Fiocruz, prevista no PAC da Saúde. Buss adiantou os objetivos da unidade do Pantanal e Cerrado: “a nova unidade da Fiocruz vai priorizar o ensino, a pesquisa e os serviços de referência especialmente dedicados ao desenvolvimento dos sistemas de saúde da região. Saúde nas fronteiras e de populações indígenas, meio ambiente, determinantes sociais da saúde e o enfrentamento das doenças e agravos mais freqüentes na região também se destacam entre as prioridades”.

Atualmente, a Fiocruz divide-se em 19 unidades técnico-administrativas e técnico-científicas, localizadas nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste do país.

Veja a Fiocruz no GoogleMaps!

Vídeo da entrevista com Sílvia Lacouth

março 5th, 2008

Entrevista comemorativa dos 18 anos da Creche Fiocruz

A diretora da creche, Sílvia Lacouth, conta a história, a missão, os diferenciais e aspectos igualmente importantes deste espaço educacional tão respeitado mundo afora. E o mais interessante, ele é fruto da luta dos trabalhadores em prol de melhor qualidade de vida.

Está aí um bom exemplo a ser conferido!

Você pode conferi-lo também no blog da Direh!

Este vídeo conta com a parceria de João Ximenes em sua edição.

Entrevista Creche Fiocruz

Fiocruz assegura melhorias aos deficientes físicos

março 3rd, 2008

De acordo com matéria publicada no jornal JB Online, a Fundação Oswaldo Cruz assinou acordo com o Ministério Público Federal para garantir igualdade aos deficientes físicos.

Dentre as melhorias estão a reserva de vagas, segundo o critério de distribuição por cargo/especialidade, e a garantia de igualdade de condições com os demais candidatos no período de realização e avaliação de provas. Ainda estão previstas adaptações no ambiente de trabalho dos servidores a fim de que o exercício dos cargos seja plenamente realizado desde o estágio probatório.

Confira a matéria na íntegra!

Cadastros no Banco de Currículos

fevereiro 28th, 2008

Lançado em maio de 2007, mês em que o novo site da Direh entrou no ar, o Banco de Currículos tem registrado um número significativo de cadastros. Até o momento, mais de mil currículos já foram cadastrados.

Apesar de o banco ser direcionado aos estudantes que estão à procura de um estágio curricular, recebemos currículos com interesses diferenciados. Aproveitamos, com isso, para lembrá-los de que o ingresso de funcionários na Fiocruz ocorre por meio de concurso público.

Ao se cadastrar no banco, o candidato ao estágio conta com as seguintes funcionalidades: adição de foto; envio do currículo por e-mail, através de um link ou anexo; impressão do currículo e sua atualização.

Após a realização do cadastro, aparecerá na página principal uma caixa, cujo nome é ‘Meu Currículo’, que contém saudação, data da última atualização do currículo e a opção ‘Editar Currículo’.

Obrigada por querer fazer parte da Fundação Oswaldo Cruz!

Confira também no blog da Direh!

Arquitetura da Fiocruz tem história

fevereiro 28th, 2008

Cultura
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O Castelo Mourisco, situado no bairro de Manguinhos, na cidade do Rio de Janeiro, nasceu do sonho e das mãos do grande cientista brasileiro Oswaldo Cruz. Foi ele quem começou a esboçar a belíssima construção eclética que deixaria, anos depois, de ser um sonho para tornar-se realidade.

As obras, iniciadas em 1904, sob a égide do arquiteto português Luiz de Moraes Júnior, que também participou do projeto da Igreja de Nossa Senhora da Penha, contaram com artífices espanhóis, italianos, portugueses e um mestre-de-obras austríaco.

Finalmente, em 1918, a construção do castelo é concluída, tendo como resultado a junção perfeita do estilo dos palácios ingleses da época elizabetana, representado no delineamento das torres e galerias, e do estilo néo-mourisco, expresso nas fachadas, pisos e ornamentação interna dos tetos e paredes.

Com estrutura de ferro alemã, o elevador do castelo, que é o mais antigo do Rio de Janeiro, foi instalado em novembro de 1909 e possui duas cabines: uma para cargas e outra, para passageiros. Esta última é de mogno, com ornamentação luxuosa, cúpula de espelhos e portas internas com cristal bisotado. As grades externas foram desenhadas pelo arquiteto Luiz de Moraes Júnior.

Concebida visualmente por Ney Matogrosso, a iluminação do castelo, que desde 1994 passou a imperar a Fiocruz e derredor, foi projetada com apoio da General Eletric (GE). Hoje, o castelo abriga a Presidência da Fundação Oswaldo Cruz, setores de apoio e a Biblioteca de Obras Raras. Ao adentrar o local, aberto a visitas com agendamento prévio, além de contemplar a arquitetura néo-mourisca e os azulejos portugueses, o visitante acompanha a história da saúde pública, como A Revolta da Vacina, ocorrida em 1904, bem como suas transformações.

Na visita ao castelo, o que mais despertou a atenção do funcionário público Paulo Roberto foram as cúpulas verdes, que segundo ele, serviam para observação da aproximação dos navios estrangeiros, já que o porto se localizava em frente ao castelo. Paulo também destacou os azulejos portugueses e os pisos. Para o auxiliar de limpeza João Pereira de Arruda, que trabalha há mais de um ano no local, o castelo representa o desenvolvimento da ciência. Completou: “Eu me sinto um pedaço dele, pois faço a limpeza da parte externa até as suas torres”.

Na opinião do curitibano Fabricio Marchini, o castelo é uma das coisas mais bonitas que já viu. Afirmou ainda: “Ele tem toda a história de Oswaldo Cruz, que era uma pessoa de grande vontade, pois deixou um presente para ciência brasileira. Destacou também a riqueza de detalhes vista, por exemplo, nas paredes.

No estilo néo-mourisco, é a única edificação civil existente no Rio de Janeiro. Em 1981, o castelo e demais edifícios que compõem o Conjunto Arquitetônico Histórico de Manguinhos foram tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

E para mexer com a criatividade de crianças e adultos, vale a pena conferir o quebra-cabeças virtual com a imagem do Castelo. Acesse a página http://www.invivo.fiocruz.br/qc_castelo.html e divirta-se!

Para agendamento de visitas, é necessário ligar para o telefone: (21) 2590-6747 ou enviar e-mail para: recepcaomv@coc.fiocruz.br com telefone para contato. É possível também enviar carta para: Museu da Vida/Centro de Recepção – Av. Brasil, 4365, Manguinhos – CEP: 21045-900 – Rio de Janeiro, RJ. A visita é gratuita.

Confira também no jornal ‘O Estado RJ Online’!

P.S.: O autor da fotografia do castelo e do mosaico de azulejo chama-se Peter Ilicciev, fotógrafo da Fiocruz. Na categoria ‘Minhas entrevistas – Fiocruz’ deste site, o entrevistado é o Peter e você confere aqui!

Direh Atende no ar!

fevereiro 24th, 2008

O serviço já está disponível! Para utilizá-lo, basta você se cadastrar neste site ou se preferir, entrar em contato pelo Skype: direh.atende
Agora, todas as suas dúvidas, sugestões e reclamações referentes à RH serão analisadas e respondidas num prazo máximo de 5 dias úteis! Você também dispõe de 3 maneiras diferentes para realizar o seu atendimento: pela internet, por telefone e pessoalmente.
É importante lembrar que antes de enviar a sua solicitação ao Direh Atende, você pode consultar o Direh Respostas, que fica logo abaixo, e de imediato saber aquilo que deseja!

Clique em Atendimento, localizado no rodapé deste site, e faça a sua solicitação no Direh Atende sempre que precisar!

Esperamos que todos gostem bastante de mais este serviço!

Se preferir, confira este artigo no blog da Direh! 

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