Dilma Rousseff e Angela Merkel discutirão crise econômica internacional
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Presidenta do Brasil e chanceler da Alemanha debaterão também sobre educação, ciência e energia
A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, se reúne nesta segunda-feira, 5, com a chanceler alemã, Angela Merkel, em Hannover, na Alemanha. De acordo com a Agência Brasil, o objetivo do encontro é debater a crise econômica internacional. Na semana passada, Dilma condenou as ações europeias para conter os efeitos da crise. Merkel disse que tentará mostrar à presidenta os esforços que os europeus têm feito para impedir o agravamento da situação financeira. Na conversa, Dilma deve mencionar os impactos desse problema no Brasil e no mundo. As duas líderes examinarão o aprofundamento do acordo de parceria estratégica definido em 2002 e também devem discutir educação, ciência, tecnologia e inovação, além de desenvolvimento sustentável, energia e infraestrutura, assuntos centrais na cooperação bilateral.
Dilma Rousseff deve ressaltar as expectativas em torno da Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Desenvolvimento Sustentável Rio + 20, prevista para acontecer em junho, no Rio de Janeiro; a atuação do G20, que reúne os 20 países mais ricos do mundo, e a reforma das instituições políticas e econômicas de governança global.
A Agência Brasil destacou que a Alemanha vive um momento delicado em sua política interna. No último dia 17, o então presidente da Alemanha, Christian Wulff, que tinha funções administrativas, renunciou ao cargo após ser denunciado pelo Ministério Público por corrupção. O nome de consenso para sucedê-lo é Joachin Gauck, candidato da coligação de maioria governista.
A presidenta do Brasil, que chegou no domingo à Alemanha, onde ficará até terça-feira, 6, participará da Feira Internacional de Tecnologia de Informação, Telecomunicações, Software e Serviços (Cebit), cujo tema neste ano é o Brasil, que é o sexto maior mercado consumidor destas tecnologias no mundo. Ela está acompanhada por ministros e uma delegação de empresários, num total de 200 pessoas. A Alemanha é o quarto principal parceiro comercial do Brasil. O volume de comércio entre os dois países superou US$ 24 bilhões em 2011, o que corresponde a um aumento de 17,6% em relação ao ano anterior.
Os alemães estão entre os principais parceiros do programa “Ciência sem Fronteiras”, que põe em prática a busca pela convergência das vertentes econômica e científico-tecnológica das relações bilaterais. Até 2014, mais de 10 mil bolsistas brasileiros estudarão em instituições alemãs, segundo cálculos do governo brasileiro.
Confira essa matéria no Diário da Rússia!
Matérias no Diário da Rússia/Voz da Rússia | Comments (0)Após título, aluno é premiado por texto sobre Zico
Após conquista do hexacampeonato do Flamengo, o aluno da rede pública estadual Ítalo da Silva, de 14 anos, foi premiado, hoje, no Centro Cultural Banco do Brasil, por ganhar concurso de redação com texto que abordou a trajetória do ex-jogador rubro-negro Arthur Antunes Coimbra, conhecido como Zico.
De acordo com o estudante, as dificuldades enfrentadas pelo ídolo do Flamengo no início da carreira foram o que o impulsionou a escrever sobre ele. “Eu quis abordar esta história, que é muito rica. As situações difíceis que Zico passou, como o preconceito por ser muito magro. Além de eu ser flamenguista, é claro”, explicou.
Ítalo contou que o hábito da leitura foi estimulado pela família, que soube incluir sua maior paixão, o futebol, à literatura. “Meu tio, que cursou Educação Física com o Zico, sabia que eu gostava de futebol, então me deu um livro que falava da vida do jogador. Eu o li várias vezes”.
O concurso faz parte do projeto Almanaque na Rede, que é promovido pela Secretaria Estadual de Educação do Rio.
Crédito da foto: Chicow.
Matérias - geral | Comments (0)Ação da Cidadania promove o Dia do Come Livro no Rio
A Ação da Cidadania vai promover, neste sábado, em vários pontos do Rio, o Dia do Come Livro, que contará com roda de leitura, contação de histórias e apresentações de música e dança. A iniciativa faz parte da campanha Natal sem Fome dos Sonhos. De acordo com o coordenador de Ações Culturais da entidade, João Guerreiro, o evento tem como objetivo principal estimular a leitura nas crianças. “Estas terão acesso aos livros armazenados em bibliotecas móveis”, acrescentou.
Segundo João Guerreiro, 150 comunidades de 20 municípios do estado participarão do Dia do Come Livro. “Nós estaremos, no sábado, na Lona Cultural de Jacarepaguá, no Pechincha, a partir das 10h. Lá, vão estar crianças e jovens de Rio das Pedras”, informou. Ainda na Zona Oeste, em Paciência, serão realizadas atividades com as crianças do Conjunto Ucrânia, no Ciep Alberto Pasqualini. Na Zona Norte, o evento vai acontecer em Ricardo de Albuquerque, na Igreja Metodista. Já na Baixada Fluminense, os bairros Centenário e Saracuruna, que ficam em Duque de Caxias, serão contemplados.
Os livros arrecadados pela campanha Natal sem Fome dos Sonhos deram origem aos Espaços de Leitura, projeto que desenvolve ações de incentivo à leitura, e bibliotecas comunitárias. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem no país 37 milhões de analfabetos funcionais acima de 10 anos de idade, com menos de quatro anos de estudo e incapazes de compreender um texto.
Mais informações podem ser obtidas na página da entidade: www.acaodacidadania.com.br.
Crédito da foto: Patricia Oliveira.
Matérias - geral | Comments (0)Biblioteca Nacional promove a 4ª edição do Natal com leituras
Com o objetivo de aproximar crianças e adolescentes do universo do livro, acontece até amanhã, na Biblioteca Nacional, a 4ª edição do Natal com leituras, que conta com exposições sobre literatura nacional e internacional e de temática natalina. De acordo com a representante da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, Lucília Soares, a ideia também é proporcionar uma leitura compartilhada entre adultos e crianças, agregando o livro ao espírito do Natal. Para ela, “a data não deve ser meramente comercial”.
São realizados também bate-papos com os “artistas dos livros”, como Lucília descreveu os escritores e ilustradores. A escritora Luciana Savaget, que participou do evento, contou que a interação com as crianças funciona como um termômetro. “É um momento importante para saber delas o que sentiram ao conhecer a história, que permanece tanto no leitor quanto no escritor.
A previsão é de que compareçam à biblioteca 2600 alunos das redes pública e privada de ensino do Rio. Nesse caso, é necessário fazer agendamento das visitas. O acesso é livre para os demais. O Natal com leituras, que acontece de 9 às 17h, é gratuito. Quem comparecer ao local, ganhará um livro de literatura já como presente de Natal.
Matérias - geral | Comments (0)Natal sem Fome dos Sonhos começa em todo país
País
Com o tema Criança é pra brincar e pra ler, foi lançada hoje a 17ª edição da Campanha Natal sem Fome dos Sonhos, promovida pela Ação da Cidadania. Começou também a coleta de brinquedos e livros infanto-juvenis, em diversos estados, para distribuição em comunidades carentes, ao final do ano. No Centro da cidade do Rio de Janeiro, foram realizadas apresentações musicais, contação de histórias, recital de poesia e cordel.
“Em comemoração ao Dia Nacional do Livro, a iniciativa acontece em frente à Biblioteca Nacional, que está completando hoje 199 anos de vida”, destacou o coordenador de Ações Culturais da Ação da Cidadania do Rio, João Guerreiro. Ainda de acordo com o coordenador, o evento contou com a parceria de várias instituições ligadas à cultura, como o Instituto Nacional de Tecnologia.
O espaço de leitura montado no local, com o nome Quem come livro é livre, além de ter recebido doações de livros, permitiu aos visitantes viajarem no universo da leitura, com a disposição de cem obras. A coleta vai até o dia 19 de dezembro. Os brinquedos coletados serão entregues a crianças de bolsões de pobreza de 20 municípios do Rio, na noite de Natal, pelos comitês locais da Ação da Cidadania.
A integrante do Comitê de Apoio à Mãe e Amigos, que está na Ação da Cidadania há cinco anos, Isabel da Silva, levou dez crianças pela primeira vez à abertura da campanha. Segundo ela, a iniciativa tem um papel importante porque proporciona alegria a muitas crianças no Natal, através da distribuição de brinquedos.
Em 2008, a campanha arrecadou 300 mil brinquedos e 60 mil livros em todo o país. Só no estado do Rio, 220 mil brinquedos e 35 mil livros foram doados à campanha.
Matérias - geral | Comments (0)Semana de Ciência e Tecnologia acontece em vários pontos do Rio
Com o tema Ciência no Brasil, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), iniciada ontem e com término no dia 25, acontece em vários pontos da cidade. No Armazém Científico Ação da Cidadania, na Zona Portuária, são realizadas, entre outras atividades, oficinas de arqueologia, em que as crianças podem fazer escavações, simulando o trabalho de campo dos arqueólogos.
De acordo com o coordenador do evento no estado do Rio, Ribamar Ferreira, o objetivo é aproximar a ciência da população. “A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia foi criada com o intuito de levar a ciência às pessoas, valorizando a atitude científica”, afirmou. Ele destacou ainda a homenagem feita aos principais cientistas brasileiros, como Carlos Chagas, que descobriu há cem anos a doença que leva seu nome.
O eletrotécnico industrial aposentado, Celso Borelli, expõe algumas de suas invenções no Armazém. Entre elas está o projeto das usinas hidrelétricas sem queda d’água que, segundo o inventor, geram energia através de águas correntes, preservando assim, o meio ambiente. “Esse tipo de usina hidrelétrica não depende de represas, de desapropriação de terras, pois utiliza as águas fluviais. O que não impacta o meio ambiente”, explicou.
Outro destaque do evento é uma grande exposição de astronomia, com planetário inflável, que marca os 400 anos das primeiras observações dos astros por Galileu. Segundo Ribamar, devido a esse feito, 2009 é considerado o Ano Internacional da Astronomia. A iniciativa também vai acontecer em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, de 22 a 25 de outubro, no Centro Esportivo Miécimo da Silva. A entrada nos espaços da SNCT é franca.
Para mais informações, visite a página da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.
Matérias - geral | Comments (0)Servidores recebem diplomas de conclusão do Ensino Médio
No dia 31 de março, os 26 servidores da última turma de Ensino Médio do Programa de Educação de Jovens e Adultos (Peja) da Fiocruz receberam seus diplomas, em evento na Coordenação do Programa, no prédio da Expansão.
O técnico em assistência hospitalar do IFF, Ronaldo César de Oliveira, ex-aluno do Peja/Fiocruz, ressaltou a importância do Programa na obtenção de conhecimentos e no crescimento profissional. “Antes, eu não podia me matricular em alguns cursos por não ter a formação em Ensino Médio”, explicou. Seu colega de turma, o agente de segurança da Dirac, Sebastião Ramos, afirmou que houve várias mudanças após a conclusão dos estudos. “Eu interajo melhor com as pessoas, porque aprimorei o meu português. Até no ambiente familiar posso ver essa melhora”, contou Sebastião.
A formatura da turma aconteceu em dezembro de 2008, no auditório da EPSJV.
Sobre o Peja
Reiniciado em 2000 por meio de uma parceria da Direh, EPSJV e Secretaria Estadual de Educação do Rio, o Peja era voltado inicialmente aos servidores da Fiocruz sem educação básica. Em 2003, o Peja passou a atender as comunidades do Complexo de Manguinhos, o que levou à criação do Pólo I, vinculado ao Projeto de Desenvolvimento Local Integrado Sustentável (DLIS/Ensp). Já o Pólo II foi criado em 2004, com a incorporação do antigo Programa de Educação dos Trabalhadores de Manguinhos (Proeduc/Dirac) ao Peja. Este Pólo é voltado aos trabalhadores terceirizados e moradores de Manguinhos e funciona à noite na EPSJV.
O Peja voltado aos servidores encerrou suas atividades no final de 2008, após cumprir a sua missão de garantir a educação básica a esses profissionais da instituição.
Veja as fotos do evento na Intranet da Direh.
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Matérias na Fiocruz | Comments (0)Creche Fiocruz homenageia Carmem Miranda
Em homenagem aos 100 anos de nascimento da cantora Carmem Miranda, a Creche Fiocruz tem promovido atividades que mostram às crianças a obra desse ícone da música brasileira. O ciclo foi coroado com um baile de carnaval, que aconteceu em 18 de fevereiro, nos campi de Manguinhos e do IFF, e com direito a foliões mirins fantasiados e a marchinhas como “mamãe eu quero” e “tico-tico no fubá”, de autoria da pequena notável.
Como pré-aquecimento do baile, foi realizado, no dia anterior, um banho de mangueira, regado a picolé e biscoito de vento. As crianças se divertiram ao escorregarem na grama da Creche, ao som de famosas marchinhas. Já no próximo dia 27, a Creche oferecerá às crianças uma salada de frutas, que fazia parte das exuberantes roupas e apetrechos com que Carmem Miranda se apresentava em público.
Confira as fotos do Baile de Carnaval da Creche na Intranet Direh.
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Matérias na Fiocruz | Comments (0)Creche promove curso de formação continuada
A Creche Fiocruz ofereceu, nos dias 2 e 3 de fevereiro, um curso de formação continuada aos seus profissionais, nos auditórios da Dirac e do Nust/Coordenação de Saúde do Trabalhador. O curso abordou os temas Plano de Contingência da Creche Fiocruz e Produção Científica: Conversando sobre o Manual de Saúde para a Creche. Segundo a diretora da Creche, Sílvia Lacouth, o evento funcionou como um aquecimento para o retorno das atividades da unidade.
Na abertura do segundo dia de curso, Sílvia Lacouth lembrou o pioneirismo da Creche Fiocruz na produção de um manual dirigido à saúde. “O Manual de Saúde para a Creche foi o primeiro na América Latina”, disse. A pediatra Lenir da Silva e a nutricionista Maura Mello, ambas da Creche, estiveram à frente de um grupo operativo, composto pela equipe técnica da unidade, que analisou os cinco capítulos do Manual. Para Lenir, “esse encontro é um grande exercício de autonomia, já que submete os conceitos inseridos no Manual ao dia-a-dia dos profissionais que atuam na Creche”.
Ao final da avaliação coletiva sobre o material, os grupos de nutrição, higiene, saúde do trabalhador e acidentes e doenças infecciosas se apresentaram, expondo as possíveis melhoras no conteúdo do documento. Após a apresentação, sugestões e críticas foram entregues às palestrantes, envolvidas nesse trabalho há dois anos.
O gestor de treinamento da Fiocruz, Jeremias Gomes, iniciou a palestra sobre segurança no trabalho, explicando o que é um plano de contingência. Trata-se de “uma análise de riscos, um levantamento técnico que visa às garantias da integridade física e de patrimônio”. Jeremias enfocou o esforço em tornar a Creche uma referência em procedimentos de segurança. Ele anunciou a elaboração de um manual de normas direcionadas à unidade e as palestras voltadas aos seus profissionais, que serão ministradas nas próximas semanas. “O prazo para que todos os processos de treinamento sejam concluídos é de dois meses”, afimou o palestrante.
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Fazendo e Aprendendo promove oficina para reforço de português
O projeto social Fazendo e Aprendendo, parceria entre a Fiocruz e a Associação Beneficente São Martinho, promove uma oficina para reforço de português, nos meses de janeiro e fevereiro. O público-alvo são 18 participantes do projeto. A oficina, que será ministrada por uma voluntária da São Martinho e professora de português e literatura, Márcia Jorgete, acontecerá às terças-feiras, das 13h30 às 15h, no prédio da Expansão.
De acordo com o educador social da São Martinho, Thiago Delgado, o programa de atividades anuais do projeto será retomado em março.
Sobre o Fazendo e Aprendendo
O projeto foi criado em 1996, com a finalidade de promover a educação para o trabalho e práticas de cidadania para os adolescentes na faixa etária entre 16 e 18 anos, em situação de risco social. O Fazendo e Aprendendo já atendeu a 650 adolescentes, que desenvolvem atividades como oficinas de trabalho, aprendizagem de ofício e atividades sócio-culturais, além de trabalharem em atividades administrativas, com remuneração. Um dos pré-requisitos para a inclusão no projeto é de que os jovens frequentem a escola.
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Matérias na Fiocruz | Comments (0)Turmas do Jardim da Creche despedem-se com peça teatral
Para marcar a despedida das turmas do Jardim 2008 da Creche Fiocruz, as crianças encenaram a peça teatral O pote vazio, que abordou a cultura chinesa. O evento ocorreu no dia 19 de dezembro, na tenda do Museu da Vida, e contou com a presença de familiares.
Com música oriental ao fundo, a peça contou a história da escolha de um novo imperador para a China. Durante a encenação, símbolos da cultura chinesa destacaram-se, entre eles, o dragão, a bandeira do país e os kimonos vestidos pelos atores mirins. Para entender esses costumes, as crianças passaram por uma preparação, alguns dias antes da peça, quando experimentaram alimentos típicos e outras práticas chinesas.
No final do evento, a equipe da Creche entregou aos pais o bloco de evolução do grafismo, com os desenhos feitos pelas crianças desde o pré-maternal.
Veja as fotos na intranet da Direh – http://intranet.direh.fiocruz.br/galerias/20081219_045802/index.htm.
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Matérias na Fiocruz | Comments (0)Emoção marca a formatura da última turma do Peja
Missão cumprida. A formatura dos 26 servidores da última turma de Ensino Médio do Programa de Educação de Jovens e Adultos (Peja) da Fiocruz foi realizada em 16 de dezembro, no auditório da EPSJV. O Peja é uma parceria da Direh, EPSJV e Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro.
A emoção tomou conta do auditório da EPSJV, quando os alunos entraram com os olhos marejados, orgulhosos, em suas becas de formatura do Ensino Médio.
Na abertura, a coordenadora pedagógica do Peja, Ignez Siqueira, destacou o fato de que, na Fiocruz, não há mais nenhum servidor sem o Ensino Médio completo, exceto os que não aceitaram o desafio de retornar a estudar depois de tantos anos distantes dos bancos escolares. O professor de geografia e paraninfo da turma Rafael Domes destacou o exemplo que esses alunos dão às crianças e aos jovens e o quanto aprendeu com os alunos, que traziam para as salas de aula suas experiências de vida. Ele os incentivou a continuar os estudos.
Já a coordenadora do Programa e patronesse da turma, Edineia Freire, agradeceu à Fiocruz e à Secretaria Estadual de Educação do Rio, pela realização do Peja e aconselhou a todos alçarem novos vôos. O presidente da Associação dos Servidores da Fundação Oswaldo Cruz (Asfoc), Rogério Lannes, falou da emenda à medida provisória equiparando a avaliação de desempenho dos servidores de Nível Superior, e restando apenas aguardar a sansão do presidente Lula.
Em seguida, o diretor da EPSJV, André Malhão, falou da longa e importante história do Programa. “Sabemos que foi grande o esforço e a coragem dos formandos ao terem voltado a estudar, já que eles foram, no passado, vítimas da exclusão social que os jogou precocemente no mercado de trabalho, impedindo a conclusão de seus estudos.” A seguir, o diretor convidou os vice-diretores da EPSJV, Isabel Brasil, de Pesquisa, e Sergio Munk, de Desenvolvimento Institucional, a entregarem um buquê de flores à Ignez Siqueira, pelo seu empenho e dedicação ao Programa.
Um olhar diferenciado para os diversos perfis de trabalhadores
Ignez falou do Programa como uma paixão em sua vida. Lembrou a trajetória do Peja, que, no início, era oferecido pela Asfoc e depois foi reelaborado, na época da inauguração da EPSJV, em 1985. “O Programa sempre teve um olhar diferenciado para atender os trabalhadores com atividades diversas. Por isso, optamos por uma proposta educacional presencial e semi-presencial”, explicou. Ignez ainda agradeceu a participação do Nust/CST/Direh na elaboração de oficinas em saúde do trabalhador.
Um dos discursos mais emocionados foi o da diretora de Recursos Humanos, Leila Mello. Ela enfatizou a importância de se superar as dificuldades, recordando um momento de sua infância, durante sua formatura de primário. “Em seu discurso de formatura, minha professora fez uma analogia com uma escada, explicando que o primeiro degrau havia sido conquistado por nós e que não podíamos deixar de avançar nos outros degraus, para conquistar um futuro melhor.” Destacou também o empenho de todos os professores, em especial, o da professora de português, Norma Vieira, que foi homenageada pelos alunos na escolha do nome da turma.
A oradora da turma, Lúcia Medeiros, falou do enfrentamento do medo, da ajuda dos professores, das visitas culturais, dos churrascos dos aniversariantes, entre outros acontecimentos que tanto enriqueceram todo o processo de formação.
No encerramento do evento, todos fizeram uma oração em memória das vítimas das fortes chuvas de Santa Catarina. Por fim, os entusiasmados formandos jogaram seus chapéus para cima, ao som de aplausos.
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Alunos do Peja visitam o Jardim Botânico e o Parque Lage
O Programa de Educação de Jovens e Adultos (Peja) promoveu, em 12 de novembro, a última visita cultural do ano. A turma, formada por alunos de Ensino Médio, esteve no Jardim Botânico e no Parque Lage, ambos no bairro do Jardim Botânico. O Programa é fruto da parceria entre Direh, EPSJV e Secretaria Estadual de Educação do Rio.
Os alunos conheceram o Jardim Sensorial, o Bromeliário, o Orquidário, o Centro de Pesquisa/Herbário, as ruínas da antiga Fábrica de Pólvora, o Museu-Sítio arqueológico, a Casa dos Pilões, a estufa de plantas insentívoras, entre outros espaços. Ao percorrem o local, que possui 137 hectares de área total e outros 54 de área cultivada, os alunos receberam informações e explicações de alguns conteúdos já abordados em sala de aula, nas disciplinas de biologia, química e educação artística.
No Parque Lage, além dos caminhos de saibro, com vasta vegetação, a turma visitou o prédio onde funciona a Escola de Artes Visuais, o mirante e o lago, conhecido como lago dos patos, entre outros locais. As espécies vegetais foram apresentadas por um monitor do próprio Parque. Uma delas, a exótica jaqueira, de origem asiática, chegou ao Rio em 1808. A curiosidade é que a jaqueira solta uma substância maléfica às outras árvores, disputa nutrientes e espaço, inibindo o crescimento de espécies de Mata Atlântica e comprometendo a preservação do Parque Nacional da Tijuca. Em busca de uma solução, a direção do Parque abraçou o projeto que controla a proliferação das jaqueiras das matas sob a jurisdição da Floresta da Tijuca.
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Matérias na Fiocruz | Comments (0)Projeto Fazendo e Aprendendo: palestra e confraternização em dezembro
O projeto social Fazendo e Aprendendo, parceria entre a Direh/Fiocruz e a Associação Beneficente São Martinho, finaliza as atividades anuais, com uma palestra sobre educação, no dia 16 de dezembro.
A palestrante será a psicopedagoga clínica e terapeuta de família, Elizabeth Musikman, que falará sobre o tema Família, escola e trabalho: afinal quem educa?. Além dos participantes do projeto, foram convidados para a palestra os pais dos adolescentes e seus supervisores, já que a proposta é de que todos reflitam, em conjunto, o papel da educação.
Haverá também uma confraternização, entre os adolescentes e a equipe de coordenação, que acontecerá no sítio Jonosake, em Itaguaí, no dia 11 de dezembro.
Sobre o Fazendo e Aprendendo
Criado em 1996, o projeto Fazendo e Aprendendo, coordenado pela Direh/Fiocruz, é uma parceria da instituição com a Associação Beneficente São Martinho. A finalidade é promover a educação para o trabalho e práticas de cidadania para os adolescentes na faixa etária entre 16 e 18 anos, em situação de risco social.
Desde a sua criação, o projeto já atendeu a 650 adolescentes, que desenvolvem atividades como oficinas de trabalho, aprendizagem de ofício e atividades sócio-culturais, além de trabalharem em atividades administrativas, com remuneração. Um dos pré-requisitos para a inclusão no projeto é de que os jovens freqüentem a escola.
Matérias na Fiocruz | Comments (0)Tuberculose foi destaque de aula do Peja
O bom filho à casa torna. O ex-aluno do Programa de Educação de Jovens e Adultos (Peja) da Fiocruz, Jorge Cosme Ambrósio, ministrou uma palestra sobre biologia aos 25 alunos do Programa, no dia 3 de novembro.
Na palestra, cujo tema foram as bactérias, o estudante do curso de ciências biológicas enfatizou o bacilo de Koch, causador da tuberculose. Segundo Cosme, em alguns estados brasileiros, esse bacilo tem matado mais do que o vírus HIV. Entre os sintomas da doença, o palestrante destacou a tosse, perda de peso, fraqueza nas pernas, dores no corpo, aumento da libido, entre outros.
O professor de biologia do Peja André Breves, presente na palestra, disse que para ele e para a Fiocruz é um orgulho enorme ter tido Cosme como aluno. E elogiou o esforço, o interesse e a sua curiosidade. Cosme hoje atua no Laboratório de Bacteriologia do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec).
Para a aluna do Programa, Maria Lúcia Medeiros, a palestra mostrou que todos os alunos do Peja são capazes de vencer barreiras e crescer profissionalmente. “Fiquei mais de trinta anos sem estudar e, como já passei dos 50, o aprendizado torna-se mais difícil. Mas os professores do Peja são compreensivos e esforçados”, afirmou a auxiliar de enfermagem do Instituto Fernandes Figueira (IFF).
André Breves encerrou a palestra desejando a todos os alunos uma trajetória profissional de sucesso. A coordenadora do Peja/Fiocruz, Edineia Freire, elogiou perfis como o de Cosme. “Queremos ver os alunos se formarem na universidade”, afirmou.
Sobre o Peja
O Peja foi reiniciado em 2000, por meio de uma parceria da Direh, EPSJV e Secretaria Estadual de Educação do Rio. Inicialmente, era voltado aos servidores da Fiocruz sem educação básica. Em 2003, o Peja passou a atender as comunidades do Complexo de Manguinhos, o que levou à criação do Pólo I, vinculado ao Projeto de Desenvolvimento Local Integrado Sustentável (DLIS/Ensp). Em 2004, o Programa de Educação dos Trabalhadores de Manguinhos (Proeduc/Dirac) foi incorporado ao Peja, criando-se assim, o Pólo II, que é voltado aos trabalhadores terceirizados e moradores de Manguinhos. O Pólo II funciona à noite na EPSJV.
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Matérias na Fiocruz | Comments (0)Ex-aluno do Peja dá aula de biologia na Fiocruz
Santo de casa faz milagre! O Programa de Educação de Jovens e Adultos (Peja), parceria entre a Fiocruz e a Secretaria Estadual de Educação do Rio, recebe, nessa segunda-feira (3), o ex-aluno do Peja e hoje estudante de biologia, Jorge Cosme Ambrósio, que abordará o tema vírus e bactérias, na aula de biologia. O público-alvo é a própria turma do Peja, formada por servidores da Fiocruz.
Em 16 de dezembro, essa turma concluirá o Ensino Médio. A formatura marca o fim das atividades do Programa para os servidores, que atendeu a uma demanda de mais de 200 alunos, ao longo de oito anos. Para a coordenação do Peja, este cumpriu o objetivo de oferecer escolaridade básica (Ensino Fundamental e Médio) aos servidores da Fiocruz. Já as turmas formadas pela comunidade de Manguinhos e por terceirizados continuarão as atividades, por meio dos Pólos I e II.
Sobre o Peja
O Peja foi reiniciado em 2000, por meio de uma parceria da Direh, EPSJV e Secretaria Estadual de Educação do Rio. Inicialmente, era voltado aos servidores da Fiocruz sem educação básica. Em 2003, o Peja passou a atender as comunidades do Complexo de Manguinhos, o que levou à criação do Pólo I, vinculado ao Projeto de Desenvolvimento Local Integrado Sustentável (DLIS/Ensp). Em 2004, o Programa de Educação dos Trabalhadores de Manguinhos (Proeduc/Dirac) foi incorporado ao Peja, criando-se assim, o Pólo II, que é voltado aos trabalhadores terceirizados e moradores de Manguinhos. O Pólo II funciona na EPSJV.
O Peja em números:
O Programa já atendeu 228 servidores da Fiocruz, em nove turmas, cada uma com duração de dois anos (88 alunos no Ensino Fundamental e 140, no Ensino Médio). Os Pólos I e II contemplaram 384 alunos (157, no Ensino Fundamental e 227, no Ensino Médio).
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Matérias na Fiocruz | Comments (0)Educação e Trabalho é tema de palestras do projeto Fazendo e Aprendendo
O projeto social Fazendo e Aprendendo, parceria entre a Fiocruz e a Associação Beneficente São Martinho, promoverá, de 28 de outubro a 25 de novembro, atividades como ciclos de palestras e apresentações de trabalhos, com o tema central Educação e Trabalho. O público-alvo são os próprios adolescentes participantes do projeto.
Na primeira palestra, em 28 de outubro, a economista e doutora em gestão de informação de Biomanguinhos, Beatriz Fialho, orientará os adolescentes sobre como se planejar para fazer um bom uso do salário. No dia 11 de novembro, a palestrante reencontra esse público para continuar o bate-papo sobre o tema orçamento pessoal.
No dia 4 de novembro, será finalizado o curso de atualização em informática para os participantes do projeto, no auditório do Museu da Vida. Também serão apresentados os trabalhos de conclusão do curso, e será feita uma dramatização. No dia 18, haverá uma dinâmica de grupo com foco no tema educação.
No último encontro, que acontecerá no dia 25, a pedagoga com especialização em RH Lícia de Souza, de Farmanguinhos, abordará o tema empregabilidade. Ela fará uma reflexão com os jovens quanto à postura profissional adotada diante das novas necessidades e dinâmicas do mercado de trabalho.
Sobre o Fazendo e Aprendendo
Criado em 1996, o projeto Fazendo e Aprendendo, coordenado pela Direh/Fiocruz, é uma parceria da instituição com a Associação Beneficente São Martinho. A finalidade é promover a educação para o trabalho e práticas de cidadania para os adolescentes na faixa etária entre 16 e 18 anos, em situação de risco social, com intervenções das áreas de psicologia, sociologia e pedagogia.
Desde a sua criação, o projeto já atendeu a 650 adolescentes, que desenvolvem atividades como oficinas de trabalho, oficinas temáticas, aprendizagem de ofício e atividades sócio-culturais. Um dos pré-requisitos para a inclusão no projeto é de que os jovens freqüentem a escola. Na Fiocruz, eles também trabalham em atividades administrativas, com os direitos trabalhistas assegurados.
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Matérias na Fiocruz | Comments (0)Creche Fiocruz: ampla participação em eventos
O projeto pedagógico da Creche Fiocruz tem sido reconhecido extramuros. Os diversos convites para que os servidores participem de eventos nacionais e internacionais nas áreas de educação, saúde e ciência são um reflexo disso.
De acordo com Angela Maria Ribeiro, uma das responsáveis pelo Núcleo de Ensino e Pesquisa em Educação e Saúde da Creche, essa visibilidade tem relação com o olhar diferenciado dispensado às crianças. “Desenvolvemos um trabalho de qualidade não só para as crianças, mas um trabalho efetivamente das crianças. Elas exprimem suas opiniões e desenvolvem-se globalmente. Os resultados dessa prática têm sido compartilhados com outros espaços educacionais fora da Fiocruz e servido inclusive de referência”, explica.
No mês de setembro, a equipe da Creche participou de três eventos. O I Colóquio Nacional Michel Foucault: educação, filosofia, história transversais, realizado de 3 a 5 de setembro, na Universidade Federal de Uberlândia, contou com a participação de dois trabalhadores da Creche. Foram exibidos, na sessão de comunicações do evento, os trabalhos O lugar do médico na creche institucional: discutindo seu campo de trabalho como profissional de saúde, de Lenir Nascimento da Silva, e A institucionalização da educação infantil, de Késia Pereira de Matos D’Almeida.
No evento Ciência e Arte 2008, promovido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC) e Museu da Vida/COC, nos dias 17, 18 e 19 de setembro, as educadoras Angela Maria Ribeiro e Flavia de Figueiredo de Lamare expuseram, na sessão de pôster, o trabalho Ciência e arte na educação infantil: trabalhando a dengue com crianças da pré-escola. Já a chefe do Serviço de Creche Silvia Lacouth Motta participou do I Seminário de Grupos de Pesquisa sobre Crianças e Infâncias, realizado na Universidade Federal de Juiz de Fora, de 25 a 27 de setembro. Ela apresentou o trabalho Papel do gestor no trabalho com as diferenças numa creche institucional.
Entre outros eventos, a Creche esteve representada ainda no Colóquio Internacional BioEd 2008, ocorrido em junho, na Universidade da Borgonha, na França. O tema do evento foi Desenvolvimento sustentável, ética e educação para os anos de 2020: quais os desafios para a biologia?. Angela Maria Ribeiro expôs, na sessão de pôster, os trabalhos Feira de Ciências e Educação Ambiental: oportunidades e possibilidades de ensino-aprendizagem na educação infantil e Importância da educação continuada na formação do educador infantil relacionada às questões ambientais e qualidade de vida.
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Matérias na Fiocruz | Comments (0)Fazendo e Aprendendo realiza ciclo de palestras em setembro
O projeto Fazendo e Aprendendo, uma parceria entre a Fiocruz e a Associação Beneficente São Martinho (ABSM), iniciará, no dia 16 de setembro, mais um ciclo de palestras para os adolescentes participantes da iniciativa. Desta vez, o tema central é Enfrentando desafios, que estará presente nas três palestras do mês.
No primeiro encontro, que abordará a família e a religião, a secretária geral da ABSM, Maria Luzia Martins, partirá da idéia de que a religiosidade está relacionada aos valores trazidos da família, o que vai nortear o comportamento do indivíduo. Este teria várias formas de fazer contato com a espiritualidade, que, de acordo com a linha de pensamento da palestrante, pode ser entendida como um posicionamento ético frente aos mistérios e aos problemas da vida. Haverá ainda uma dinâmica de grupo sobre a espiritualidade no ambiente de trabalho.
A segunda palestra, com o tema Droga na adolescência, acontecerá no dia 23 de setembro. A psicopedagoga Dalva de Souza, da Secretaria Especial de Prevenção à Dependência Química do Rio, tratará dos vários tipos de drogas, da prevenção e das conseqüências do uso.
Em 30 de setembro, a última palestra do mês, será abordada a auto-estima. O psicólogo Arnaldo Lobo de Oliveira, da ABSM, falará da necessidade de valorização do indivíduo e de sua capacidade de superar problemas, entre outros assuntos.
Sobre o Fazendo e Aprendendo
Criado em 1996, o projeto Fazendo e Aprendendo, coordenado, atualmente, pela Diretoria de Recursos Humanos da Fiocruz (Direh), é uma parceria da instituição com a Associação Beneficente São Martinho. A finalidade é promover a educação para o trabalho e práticas de cidadania para os adolescentes na faixa etária entre 16 e 18 anos, em situação de risco social, com intervenções das áreas de psicologia, sociologia e pedagogia.
Desde a sua criação, o projeto já atendeu a 650 adolescentes, que desenvolvem atividades como oficinas de trabalho, oficinas temáticas, aprendizagem de ofício, atividades sócio-culturais, entre outras. Um dos pré-requisitos para a inclusão no projeto é de que os jovens freqüentem a escola. Na Fiocruz, eles também trabalham em atividades administrativas, com todos os direitos trabalhistas assegurados.
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Matérias na Fiocruz | Comments (0)Alunos do curso de Libras têm aula em Museu
No dia 22 de agosto, alunos do curso básico da Língua Brasileira de Sinais (Libras) visitaram o Espaço Biodescoberta, do Museu da Vida. Essa foi uma boa oportunidade para que eles praticassem o que estão aprendendo no curso: a Língua dos Sinais.
A aula foi conduzida por Sílvio Bento, aluno do curso, sob a supervisão da professora de Libras, Tânia Coelho. “A idéia da visita surgiu da necessidade desse aluno, que trabalha como educador no Espaço, de mostrar o acervo aos visitantes surdos”, explica Tânia. Antes do início desse curso, nenhum funcionário do Espaço Biodescoberta teve contato com a Libras. “Hoje, utilizo e multiplico o que estou aprendendo na língua, o que até possibilitou a outra funcionária da Fiocruz dar as boas-vindas a nossa turma”, diz Sílvio.
O Espaço Biodescoberta, localizado no antigo prédio da Cavalariça, tem uma exposição permanente sobre o conhecimento científico da vida, em suas esferas cultural e histórica. Para Tânia, a aula prática foi importante, porque explicou a vida, por meio da Libras. Segundo Sílvio, a aula no Museu proporcionou à turma uma vivência no universo dos surdos e uma sensibilização para o uso da Libras.
Os alunos assistiram a um desenho animado sobre a evolução animal, observaram de perto microorganismos de lagoa e de tecidos de ratos, através de microscópios, identificaram, em Libras, os graus de parentesco da árvore genealógica exposta, entraram em uma enorme célula vegetal, na qual viram seus componentes, entre outras atividades.
Embora trabalhe há quase quatro anos na Fiocruz, esta é a primeira visita de Geraldo dos Santos ao Museu da Vida. “Só agora tive a oportunidade de conhecê-lo e o achei maravilhoso”, comenta.
O curso básico da Língua Brasileira de Sinais, promovido desde 2006, pelo Sercap/Direh em parceria com a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis), é voltado aos profissionais que lidam com os surdos na Fiocruz.
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Matérias na Fiocruz | Comments (0)Adolescentes do projeto Fazendo e Aprendendo visitam museus
Na última sexta-feira (15/8), 50 adolescentes que participam do projeto Fazendo e Aprendendo visitaram o Museu da República e o Museu do Folclore, ambos no Catete. “O objetivo das visitas é aprofundar o conhecimento dos jovens em história do Brasil e também mostrar a eles a importância de preservação do folclore, comemorado no dia 20 de agosto”, explica a coordenadora do projeto, Marise Freitas.
Instalado no Palácio do Catete, o Museu da República foi inaugurado em 1960, pelo então presidente do Brasil Juscelino Kubitscheck. O Museu tem arquitetura imponente, com paredes revestidas de granito e mármore rosa e portas em mármore branco. Para Leonardo Moreno, conhecer de perto a história de Getúlio Vargas foi bastante interessante. “Gostei de estar na casa onde ele viveu, ver seus pertences, inclusive a carta-testamento que deixou”, disse. A colega Jéssica Santana destacou a exibição de um documentário sobre política e as assinaturas das pessoas que compareceram ao velório de Vargas, gravadas em uma parede.
Já no Museu do Folclore, criado em 1968, o grupo visitou a exposição permanente com 1.400 objetos, que mostra uma parte da história do povo brasileiro, por meio de cinco áreas temáticas: vida, técnica, religião, festa e arte. “Os bonecos coloridos de argila chamaram muito a minha atenção”, conta Jéssica, referindo-se às obras de artistas populares que tratam, entre outros temas, das relações afetivas.
Durante o passeio cultural, assistentes sociais e educadores do projeto falaram sobre a comemoração dos 200 anos da chegada da família real ao Brasil, entre outros temas históricos.
Sobre o projeto Fazendo e Aprendendo
Criado em 1996, o projeto Fazendo e Aprendendo, coordenado, atualmente, pela Diretoria de Recursos Humanos da Fiocruz (Direh), é uma parceria da instituição com a Associação Beneficente São Martinho. A finalidade é promover a educação para o trabalho e práticas de cidadania para os adolescentes na faixa etária entre 16 e 18 anos, em situação de risco social, com intervenções das áreas de psicologia, sociologia e pedagogia.
Desde a sua criação, o projeto já atendeu a 650 adolescentes, que desenvolvem atividades como oficinas de trabalho, oficinas temáticas, aprendizagem de ofício, atividades sócio-culturais, entre outras. Um dos pré-requisitos para a inclusão no projeto é de que os jovens freqüentem a escola. Na Fiocruz, eles também trabalham em atividades administrativas, com todos os direitos trabalhistas assegurados.
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Matérias na Fiocruz | Comments (0)Palestras sobre educação foram promovidas pela Creche Fiocruz
A Creche Fiocruz promoveu, nos dias 24 e 30 de julho, as palestras Família e escola: afinal, quem educa e quem ensina? e Educação infantil: linguagem e construção do conhecimento. Cerca de 180 pessoas estiveram presentes no auditório da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV).
Na primeira palestra, a psicopedagoga clínica e terapeuta de família, Elizabeth Musikman, realizou uma atividade coletiva de avaliação dos papéis da família e da escola no processo de educação infantil. Nessa atividade, a formação da criança, a cooperação e a hierarquia foram definidas como sendo responsabilidades da família e da escola. Elizabeth concluiu com os participantes que os agentes formadores da criança são múltiplos, já que incluem a família, a escola e os meios de comunicação, entre outros.
O estabelecimento do principal agente formador de uma criança depende sempre da qualidade do vínculo que esta estabelece com os agentes. “Isto não só diz respeito à família, mas a todas as relações que a criança mantém em seus diferentes contextos de vida”, explica Elizabeth.
Na palestra Educação infantil: linguagem e construção do conhecimento, a professora da Escola de Educação da Unirio, Carmen Sanches Sampaio, falou da relação entre educação infantil, linguagem e conhecimento, a partir da perspectiva de que a criança está inserida em um sistema cultural vivo, dinâmico. Isto significa que há múltilplas possibilidades de linguagens a serem exploradas pela família e pela escola: escrita, visual, corporal, plástica, cinestésica e de informática, entre outras.
Para Carmen, as relações de afeto, de respeito às diferenças são a base do processo ensinar e aprender. A palestra propõe uma linha educacional voltada para a construção do conhecimento, em que não necessariamente o ensinar vem antes do aprender, conforme a visão de uma escola mais tradicional. Nessa nova proposta, existe uma relação dinâmica entre a criança e o adulto e entre as próprias crianças e o mundo, em que todos aprendem e ensinam, simultaneamente.
As palestras são parte integrante do projeto Conhecendo Melhor a Criança, da Creche Fiocruz.
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