Custos das famílias estão mais altos
As despesas das famílias brasileiras subiram de outubro para novembro. É o que mostra levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado hoje. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) de novembro foi de 0,44% e ficou bem acima dos 0,18% do mês anterior.
No setor de alimentação e bebidas, que registrou elevação de 0,39%, o tomate liderou com alta de 26,99%. O consumidor também está pagando mais pela cebola (19,05%), batata-inglesa (9,63%), açúcar refinado (4,51%), óleo de soja (3,74%) e carnes (1,07%).
A gasolina ficou 1,36% mais cara, devido ao impacto do aumento do preço do litro do álcool, que passou a custar 9,13% a mais. Além disso, influenciou o segmento de transportes, com alta de 0,95%, em que os automóveis novos tiveram seus preços acrescidos em 1,11%, enquanto as passagens aéreas subiram 18,03%.
Outros setores que registraram aumento foram artigos de residência (0,53%), vestuário (0,63%), saúde e cuidados pessoais (0,23%) e despesas pessoais (0,36%).
Matérias - geral | Comments (0)Com taxa de 7,5%, desemprego se mantém estável em outubro
A taxa de desemprego referente ao último mês foi de 7,5%, a mesma registrada em outubro do ano passado. De acordo com o gerente da Pesquisa Mensal de Emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cimar Azeredo, apesar da taxa mostrar estabilidade, o mercado de trabalho não está se movimentando. “A crise econômica mundial foi responsável pela redução da oferta de emprego desde o início de 2009, com a derrubada dos postos de trabalho”, avaliou o gerente, nesta quinta-feira, ao apresentar os dados.
Segundo o levantamento, feito nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre, houve um recuo de 0,3% na contratação de trabalhadores com carteira assinada, em outubro. De acordo com o técnico do IBGE, essa queda não ocorria desde fevereiro de 2004. “O volume de empregos com carteira assinada, que vinha diminuindo desde 2008, impactou o número de ofertas no último mês, também provocado pela crise”, explicou.
No Rio de Janeiro, foi verificada redução de 84 mil postos de trabalho, do último mês a outubro de 2008. Para Cimar, essa queda na região aconteceu devido à perda de ritmo do mercado.
Matérias - geral | Comments (0)
