‘O que há de mais importante na Fiocruz’ entrevista: Sílvia Lacouth

março 31st, 2009

À frente da Creche Fiocruz, a diretora e pedagoga Sílvia Lacouth destaca, nessa entrevista, a importância de se manter a equipe atualizada.

Em que é formada?
Em Pedagogia. Tenho especialização em Educação Infantil e sou mestranda em Educação.

Há quanto tempo trabalha na Fiocruz? Sempre na Direh?
Há 24 anos. Sempre na Direh.

Como é a sua rotina de trabalho na Creche?
A diversidade encontrada por conta do contato com crianças, famílias e trabalhadores faz com que cada dia seja diferente e um desafio.

Quais os principais desafios na direção da Creche?
Manter a qualidade do atendimento às crianças e servidores da Fiocruz; investir na formação de educadores infantis; e contribuir para as políticas públicas nacionais para a área de Educação Infantil.

Destaca alguma experiência marcante em sua atuação na Fiocruz?
Ouvir de uma criança, que passou pela Creche Fiocruz e que hoje está em uma universidade pública, que a Creche foi uma das razões de sua conquista.

Quais são suas metas na instituição?
Manter a equipe atualizada para que este espaço seja pioneiro e diferenciado. Uma referência para a Educação Infantil.

Tem trabalhos científicos publicados? Pode citar um ou mais?
Tenho vários trabalhos apresentados em congressos e publicados em revistas sobre a temática da diversidade na Educação Infantil.

Realizou algum curso de capacitação pela Fundação?
Vários.

O que significa a Fiocruz para você?
Uma instituição-referência não apenas na área de Ciência e Tecnologia, mas que também possibilita que cada pequeno espaço, cada trabalhador sinta-se orgulhoso pelo trabalho desenvolvido. Tenho imenso respeito e carinho pela Fiocruz.

Além de conferir essa entrevista no site da Direh, assista ao vídeo comemorativo de 18 anos da Creche com Sílvia Lacouth!

Entrevistada da seção ‘O que há de mais importante na Fiocruz’: Vânia Buchmüller

março 16th, 2009

A pedagoga Vânia Buchmüller, que completará em novembro 27 anos de atuação na Fiocruz, trabalha no Núcleo de Planejamento da COC. Nessa entrevista, destaca como o maior desafio profissional contribuir para a gestão da Fundação.

Em que é formada?
Sou formada em Pedagogia, com pós-graduação em Sistemas da Qualidade e Produtividade e mestre em Gestão de Ciência e Tecnologia pela Ensp.

Há quanto tempo trabalha na Fiocruz?
Em novembro de 2009, farei 27 anos de Fiocruz.

Já atuou em outros departamentos ou unidades?
Entrei na Fiocruz em 1982, para atuar no Programa de Educação Continuada da Ensp. Em 1985, fui para a COC, onde estou até hoje.

Fale um pouco sobre a sua atuação no Núcleo de Planejamento da COC.
Iniciei na área de planejamento da COC em 2000. Desde então, acompanho a busca institucional para a implementação de um sistema de planejamento centrado em programas e ações finalísticas, possibilitando uma gestão orientada para resultados e com foco no monitoramento e avaliação. Em 2004, com a revisão do Plano Plaurianual do Governo Federal e a criação do PPA–Fiocruz, buscamos trabalhar com uma programação mais clara de nossos objetivos e metas. Isso proporciona uma programação orçamentária mais eficiente.

Qual é o principal desafio em seu trabalho?
Contribuir para a gestão da Fiocruz, para que ela possa cumprir com a sua missão.

Quais são as suas metas na Fiocruz?
Ingressar no doutorado na área de gestão.

Tem trabalhos científicos publicados?
Não.

Já fez algum curso de capacitação pela Fundação?
Vários. Cito algumas capacitações: Introdução à Gestão de Documentos, pela Associação dos Arquivistas Brasileiros; Planos de Carreira na Administração Pública e Dimensionamento da Força de Trabalho, pela Fiocruz; Formação de Facilitadores para a Avaliação da Gestão Pública, pelo Ministério da Saúde.

O que representa a Fiocruz para você?
Uma instituição com uma diversidade imensa que nos estimula a entendê-la e a vestir sua camisa. Tenho muito orgulho de estar na Fiocruz e de ser Fiocruz.

Para visualizar essa entrevista no site da Direh, clique aqui.

Retorno feliz

março 13th, 2009

Em meio à tarde vazia, de uma sexta-feira 13, o meu telefone toca, e eis que se revela uma história interessante.

Há cerca de 30 anos, dois jornalistas, colegas da Tribuna da Imprensa e Última Hora, não têm notícias um do outro. Mas, graças à entrevista de Antônio Vivaldo Azevedo, publicada neste site, poderão se comunicar.

Fiquei muito feliz com o feito e, por isso, dedico esse post ao também Vivaldo.

Desejo a vocês que essa reaproximação renda-lhes muitas alegrias, porque histórias com certeza terão muito a contar.

Tormento à visão

março 10th, 2009

Saia cisco
Deixa-me olhar
O belo e o tosco

Deixa-me solta no ar
E me hipnotizar
Não se envaideça

Não tropeces assim
Não seja parte de mim
Desfaça-se por inteiro
De tudo o que há de ruim

Quero que cresça
Não me aborreça
Vá embora
Viver o agora

Correr feito rio
Deixar-me levar
Por águas claras
Sem medo de errar

‘O que há de mais importante na Fiocruz’ entrevista: Fátima Ayres

março 9th, 2009

Formada em Letras, Fátima Ayres atua no Departamento de Administração de Recursos Humanos (DARH) da Direh. Nessa entrevista, destaca a quantidade de capacitações realizadas na Fiocruz.

Em que é formada?
Em Letras – Português/Francês/Literaturas (brasileira, portuguesa e francesa).

Há quanto tempo está na Fiocruz?
Há 12 anos. Entrei no concurso de 1996 como nível médio e, em 2006, passei no concurso para nível superior.

Já atuou em outros departamentos da Direh ou de outras unidades?
Sim. No SRH de Biomanguinhos, por cerca de três anos. Depois, no SRH do IOC e um ano no Departamento de Ensino do IOC, quando passei no concurso e vim para o DARH/Direh.

Quais as principais atividades desenvolve no Departamento de Administração de Recursos Humanos da Direh?
Pelo DARH passam praticamente todos os processos da Fiocruz; à Secretaria, cabe recepcioná-los, analisá-los e redistribuí-los. Nos processos de competência da própria Secretaria, após análise, emitimos portarias, minutamos ofícios e elaboramos despachos diversos. Também somos responsáveis pelo controle e emissão de carteiras funcionais e assessoramento à chefia.

Qual é o maior desafio em seu trabalho?
Vencer a burocracia. Nossos processos de trabalho são muito burocráticos; às vezes, retrógrados, e emperram o andamento da máquina.

Destaca algum momento marcante na Fiocruz?
A Fiocruz tem vários momentos marcantes e é difícil enumerá-los, mas prefiro me ater a minha área de atuação. Acredito que a gestão da Tânia Celeste/Paulo Buss foi um marco para a área de gestão de RH. Eles iniciaram o processo de capacitação e valorização deste segmento.

Tem trabalhos científicos publicados?
Sim. Tive um trabalho selecionado para apresentação oral na Escola Superior de Administração do Exército e, após a apresentação, meu artigo foi escolhido e publicado em revista científica indexada desse órgão.

Já participou de alguma capacitação pela Fiocruz?
Muitas. Fiz quatro cursos de informática. Participei de um congresso e um fórum internacional, cinco congressos de gestão e tecnologia da informação, dois fóruns de gestão da educação, um seminário de sistemas de saúde pela Ensp, diversos cursos pela Enap e fiz inglês instrumental. Fiz também, pela Ensp, pós-graduação em gestão de C&T em saúde, outra pós-graduação em gestão de RH e mestrado em saúde pública.

Como você define a Fiocruz?
Difícil definir uma instituição tão plural, mas ela tem uma grande importância histórica na pesquisa, no ensino,  na produção de fármacos e vacinas, na assistência, enfim, em praticamente todas as suas áreas de atuação. É de fato uma instituição de excelência e vanguarda que cuida da saúde de forma contemporânea.

Confira essa entrevista no site da Direh!

Mundo rasteiro

março 9th, 2009

Cansei das coisas rasas
Áridas sensações
Esplendor é o que desejo
Não às ilusões

Olhar a vida do alto
Sem ver assalto
A caridade mesquinha
A falsidade aplaudida

Viver um mundo meu
Onde eu sou eu
As escolhas são permitidas
Minhas alegrias não agredidas

A gentileza mentirosa
A ganância vitoriosa
O prazer pelo prazer
Não existem nesse viver

Abandono

março 5th, 2009

Nesse céu caótico
Em que tudo é exótico
O meu fundo é pouco
E até o meu coração é oco

Sem nada merecer
Sem nada esperar
Sem nada amar

Depois de tanto se dar
E de nada adiantar
Decreto o fim de meu caminhar

O mundo quer mais do que sou
Eu deixo me machucar
Mas, eu vou
Para nunca mais voltar

‘O que há de mais importante na Fiocruz’ entrevista: Sebastião Roberto

março 3rd, 2009

O assistente técnico de Gestão em Saúde do Núcleo de Tecnologias Educacionais em Saúde (Nuted) da EPSJV, Sebastião Roberto, completou 31 anos na Fiocruz, em dezembro. Destaca, nessa entrevista, acontecimentos que marcaram a história da Fundação ao longo dessas três décadas.

Qual a sua formação?
Ensino Médio completo, com especialização em Ciências Públicas em Saúde pela EPSJV.

Está há quanto tempo na Fiocruz?
Há 31 anos.

Quais atividades desempenha no Núcleo de Tecnologias Educacionais em Saúde (Nuted)? Já atuou em outros setores da EPSJV e unidades?
Dou suporte à área administrativa do Núcleo e à área de filmagem, e também cuido de seu patrimônio. Ingressei na Fiocruz como motorista da presidência, onde fiquei por quase dez anos. Depois, atuei na gráfica do Multimeios, no Icict, por cinco anos. Tive também uma curta passagem pela Dirad, no protocolo.

Qual o principal desafio em seu trabalho?
É me familiarizar com a informática e a Internet.

Destaca algum acontecimento marcante em sua carreira na Fundação?
A visita do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, na inauguração do novo prédio da Escola. A recuperação da Fundação após a ditadura militar, que foi esquecida nesse período, também merece ser destacada.

Ainda sobre a EPSJV, que começou com o Ensino Fundamental, destaco o seu grande conceito na Fiocruz e no exterior. Muitos alunos têm o objetivo de trabalhar na Fundação, que conta com vários ex-alunos da EPSJV.

Quais suas metas na Fiocruz?
Eu tenho a expectativa de fazer um curso na área de fotografia, até porque no Núcleo existe a necessidade de se ter habilidade nesse campo.

Já realizou algum curso de capacitação pela instituição?
Além da especialização em ciências públicas em saúde, fiz um curso de excelência no atendimento ao cidadão fora da Fiocruz e de informática pela EPSJV.

O que é a Fiocruz para você?
Mudei muito a minha visão de mundo pelo que a Fiocruz produz de conhecimento e por ter formado aqui um grande círculo de amizades.

Leia essa entrevista no site da Direh.

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