Cadastros no Banco de Currículos

fevereiro 28th, 2008

Lançado em maio de 2007, mês em que o novo site da Direh entrou no ar, o Banco de Currículos tem registrado um número significativo de cadastros. Até o momento, mais de mil currículos já foram cadastrados.

Apesar de o banco ser direcionado aos estudantes que estão à procura de um estágio curricular, recebemos currículos com interesses diferenciados. Aproveitamos, com isso, para lembrá-los de que o ingresso de funcionários na Fiocruz ocorre por meio de concurso público.

Ao se cadastrar no banco, o candidato ao estágio conta com as seguintes funcionalidades: adição de foto; envio do currículo por e-mail, através de um link ou anexo; impressão do currículo e sua atualização.

Após a realização do cadastro, aparecerá na página principal uma caixa, cujo nome é ‘Meu Currículo’, que contém saudação, data da última atualização do currículo e a opção ‘Editar Currículo’.

Obrigada por querer fazer parte da Fundação Oswaldo Cruz!

Confira também no blog da Direh!

Arquitetura da Fiocruz tem história

fevereiro 28th, 2008

Cultura
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O Castelo Mourisco, situado no bairro de Manguinhos, na cidade do Rio de Janeiro, nasceu do sonho e das mãos do grande cientista brasileiro Oswaldo Cruz. Foi ele quem começou a esboçar a belíssima construção eclética que deixaria, anos depois, de ser um sonho para tornar-se realidade.

As obras, iniciadas em 1904, sob a égide do arquiteto português Luiz de Moraes Júnior, que também participou do projeto da Igreja de Nossa Senhora da Penha, contaram com artífices espanhóis, italianos, portugueses e um mestre-de-obras austríaco.

Finalmente, em 1918, a construção do castelo é concluída, tendo como resultado a junção perfeita do estilo dos palácios ingleses da época elizabetana, representado no delineamento das torres e galerias, e do estilo néo-mourisco, expresso nas fachadas, pisos e ornamentação interna dos tetos e paredes.

Com estrutura de ferro alemã, o elevador do castelo, que é o mais antigo do Rio de Janeiro, foi instalado em novembro de 1909 e possui duas cabines: uma para cargas e outra, para passageiros. Esta última é de mogno, com ornamentação luxuosa, cúpula de espelhos e portas internas com cristal bisotado. As grades externas foram desenhadas pelo arquiteto Luiz de Moraes Júnior.

Concebida visualmente por Ney Matogrosso, a iluminação do castelo, que desde 1994 passou a imperar a Fiocruz e derredor, foi projetada com apoio da General Eletric (GE). Hoje, o castelo abriga a Presidência da Fundação Oswaldo Cruz, setores de apoio e a Biblioteca de Obras Raras. Ao adentrar o local, aberto a visitas com agendamento prévio, além de contemplar a arquitetura néo-mourisca e os azulejos portugueses, o visitante acompanha a história da saúde pública, como A Revolta da Vacina, ocorrida em 1904, bem como suas transformações.

Na visita ao castelo, o que mais despertou a atenção do funcionário público Paulo Roberto foram as cúpulas verdes, que segundo ele, serviam para observação da aproximação dos navios estrangeiros, já que o porto se localizava em frente ao castelo. Paulo também destacou os azulejos portugueses e os pisos. Para o auxiliar de limpeza João Pereira de Arruda, que trabalha há mais de um ano no local, o castelo representa o desenvolvimento da ciência. Completou: “Eu me sinto um pedaço dele, pois faço a limpeza da parte externa até as suas torres”.

Na opinião do curitibano Fabricio Marchini, o castelo é uma das coisas mais bonitas que já viu. Afirmou ainda: “Ele tem toda a história de Oswaldo Cruz, que era uma pessoa de grande vontade, pois deixou um presente para ciência brasileira. Destacou também a riqueza de detalhes vista, por exemplo, nas paredes.

No estilo néo-mourisco, é a única edificação civil existente no Rio de Janeiro. Em 1981, o castelo e demais edifícios que compõem o Conjunto Arquitetônico Histórico de Manguinhos foram tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

E para mexer com a criatividade de crianças e adultos, vale a pena conferir o quebra-cabeças virtual com a imagem do Castelo. Acesse a página http://www.invivo.fiocruz.br/qc_castelo.html e divirta-se!

Para agendamento de visitas, é necessário ligar para o telefone: (21) 2590-6747 ou enviar e-mail para: recepcaomv@coc.fiocruz.br com telefone para contato. É possível também enviar carta para: Museu da Vida/Centro de Recepção – Av. Brasil, 4365, Manguinhos – CEP: 21045-900 – Rio de Janeiro, RJ. A visita é gratuita.

Confira também no jornal ‘O Estado RJ Online’!

P.S.: O autor da fotografia do castelo e do mosaico de azulejo chama-se Peter Ilicciev, fotógrafo da Fiocruz. Na categoria ‘Minhas entrevistas – Fiocruz’ deste site, o entrevistado é o Peter e você confere aqui!

Entrevista com Antônio Vivaldo Azevedo

fevereiro 24th, 2008

Profissional de Comunicação há 44 anos, Antônio Vivaldo Azevedo é o redator do Informativo CL, do Centro Cultural Carlos Lacerda. Trabalhou na área esportiva como repórter dos jornais Tribuna da Imprensa, Última Hora; e da rádio Mayrink Veiga. E na Revista do Fluminense (onde era setorista); como redator e editor do Boletim CBD (órgão oficial da Confederação Brasileira de Desportos). Foi, também, enviado especial da Última Hora, cobrindo a Seleção Brasileira de Futebol, visando a Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra, entre outras competições nacionais e internacionais.

O que o levou a entrar no ramo da Comunicação?

Vivaldo: Sempre me interessei pelas questões sociais e políticas. Quando eu era estudante de teatro, conheci HildeBrando, repórter e crítico teatral da Tribuna da Imprensa, e com isso, pude manifestar meu interesse em tais questões e na profissão jornalística. Dias depois, fui apresentado ao chefe da redação da Tribuna – José Machado – e passei então, a integrar a equipe deste jornal como estagiário, na reportagem geral.

Quais foram as dificuldades enfrentadas como iniciante de um grande jornal?

Vivaldo: Meu despreparo foi a maior dificuldade. A profissão de repórter requer agilidade e técnica redacional, o que se aprende com a prática diária.

Qual foi o momento ápice em sua carreira como jornalista esportivo?

Vivaldo: Nas Copas do Mundo de 1974, na Alemanha e de 1978, na Argentina, quando fui escrever um livro sobre esta competição e acabei assistindo a eleição de João Havelange, na FIFA, em Munique. Lembre-se: o Havelange era meu chefe na CBD.

Conte-nos um pouco sobre o seu relacionamento com João Havelange.

Vivaldo: Como repórter esportivo da Última Hora, eu fazia a cobertura da CBD (atual CBF), com isso, convivia diariamente com seus dirigentes, sob a presidência de João Havelange. Mais tarde, fui convidado por Abílio d’Almeida, diretor da CBD, para assumir o setor de divulgação desta entidade e fazer a revista mensal da CBD, onde fiquei de 1969 a 1978.

Hoje, como redator do Informativo CL, o que vê de mais impactante no dia-a-dia de um comunicador?

Vivaldo: A política. Nela há desamor ao país, muita corrupção, falta de bons propósitos e ausência de planejamentos.

Na sua opinião, quais foram as perdas e os ganhos inerentes à Comunicação, que acabaram por afetar a sociedade, durante esses anos de prática profissional na área?

Vivaldo: O que interessa é o ganho social. A imprensa deve apoiar os melhores projetos e os políticos, através de apurada visão sociológica, levando a tornar mais justa a sociedade.

Como comunicador, qual a perspectiva que vê no cenário atual da Comunicação?

Vivaldo: Crescimento. Cada vez mais, torna-se imprescindível o desenvolvimento da mídia, seja impressa ou eletrônica, na procura do progresso brasileiro.

Direh Atende no ar!

fevereiro 24th, 2008

O serviço já está disponível! Para utilizá-lo, basta você se cadastrar neste site ou se preferir, entrar em contato pelo Skype: direh.atende
Agora, todas as suas dúvidas, sugestões e reclamações referentes à RH serão analisadas e respondidas num prazo máximo de 5 dias úteis! Você também dispõe de 3 maneiras diferentes para realizar o seu atendimento: pela internet, por telefone e pessoalmente.
É importante lembrar que antes de enviar a sua solicitação ao Direh Atende, você pode consultar o Direh Respostas, que fica logo abaixo, e de imediato saber aquilo que deseja!

Clique em Atendimento, localizado no rodapé deste site, e faça a sua solicitação no Direh Atende sempre que precisar!

Esperamos que todos gostem bastante de mais este serviço!

Se preferir, confira este artigo no blog da Direh! 

Em breve, no site da Direh, você poderá expor seus trabalhos teóricos na área de RH

fevereiro 24th, 2008

Dentre pouco tempo, você poderá usufruir de novas funcionalidades no site da Direh: visualização de trabalhos teóricos publicados na área de RH e envio de trabalhos desenvolvidos por você! Isso mesmo, você poderá contar com mais esta fonte de divulgação de conteúdos em RH!

Basta acessar RH na Fiocruz, localizado na home do site da Direh, e depois, Pesquisa de RH. Pronto, você terá dado o passo inicial para a publicação de seu trabalho! Em seguida, você deverá se cadastrar na Biblioteca Multimídia da ENSP. A partir daí, é só enviar o seu material de RH!

Os temas são bem diversificados e contam com uma ampla produção teórica. Caso o tema do seu trabalho não esteja disponibilizado em Pesquisa de RH, você poderá enviar a sua sugestão de tema ao Direh Atende.

Fique à vontade para enviar sua produção teórica em RH e acessar as demais.

Tudo isso no site da Direh, em breve!

Se preferir, confira este artigo no próprio blog da Direh.

Entrevistado da seção ‘O que há de mais importante na Fiocruz’: Carlos Augusto Lauriano

fevereiro 23rd, 2008

Entre as centenas de projetos sociais da Fiocruz, a parceria com a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos – Feneis é permanente, sendo destinada a pessoas portadoras de deficiência auditiva e com objetivos voltados para a educação, treinamento e qualificação profissional. Carlos Augusto Lauriano da Silva é uma das pessoas que participa desse projeto.

Qual seu vínculo com a Fiocruz?
Faço parte de um projeto social da Fundação, que tem convênio com a Feneis.

Qual sua formação?
Ensino Fundamental completo.

Quais suas atividades e sua função aqui na Fiocruz?
Cuido do arquivo, protocolo e entrego documentos em todo o campus da Fiocruz, entre outras atividades. Sou assistente-administrativo pleno 2.

Você é uma pessoa surda há quanto tempo?
Desde os 12 anos de idade.

Como vê a inserção da pessoa surda no mercado?
É muito difícil o surdo se inserir no mercado. A Fiocruz abriu as portas do mercado de trabalho para mim. Em setembro, completei 10 anos de Fiocruz.

No que a Fiocruz contribui nesse sentido?
A Fiocruz realiza curso de informática para os trabalhadores surdos da Fundação. Estou fazendo este curso, pela primeira vez.

O que é a Fiocruz para você?
É uma Instituição tranqüila para se trabalhar. É um emprego muito bom.

Confira esta entrevista no site da Direh!

Entrevista sobre a parceria Feneis/Fiocruz

fevereiro 23rd, 2008

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Esta entrevista, realizada no evento Fiocruz Pra Você 2007, conta a história da parceria entre a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos – Feneis e a Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz.

Confira esta entrevista!

P.S.: Aí vai uma retificação acerca do vídeo:
o Diretor Regional da Feneis chama-se Walcenir Souza Lima e não, Antônio Souza Duarte, como está publicado no vídeo.

Museu conta pedaço da história da Família Real

fevereiro 23rd, 2008
Museu do Primeiro Reinado mantém as mesmas características do século XIX

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Por Tássia Braga

As vésperas das comemorações da chegada da Família Real Portuguesa ao Rio de Janeiro, o Museu do Primeiro Reinado, construído a pedido do Imperador D. Pedro I em 1826, é uma ótima opção cultural gratuita para os cariocas e para aqueles que visitam a cidade.

Situado no bairro de São Cristóvão, o museu foi inaugurado em 12 de março de 1979, tendo pertencido à Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, com quem D. Pedro I viveu um romance.

Da Quinta da Boa Vista, o Imperador avistava a fachada interna do palacete e como rege a lenda, de lá à casa da Marquesa havia uma ligação secreta para o encontro do casal, que pode ser conferida por todos os visitantes. Além de gravuras e objetos pessoais, dispostos nos espaços do casal, que contam a história dos personagens que viveram na casa.

As cartas em que D. Pedro I e a Marquesa de Santos trocavam confidências são os atrativos do museu para a estudante Raianne Senna, bem como a venda de livros históricos. Já a estudante Nicole Freitas, de Nova Friburgo, afirmou que “o museu é um dos melhores do Rio no sentido histórico, pois as características daquele tempo são mantidas”. Além disso, “o estado em que ele se encontra e a existência de guias no local são o diferencial”, relata.

O Museu, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1938, é considerado o único exemplar do estilo neoclássico que permaneceu na cidade, por possuir aspectos arquitetônicos e decorativos que caracterizam o século XIX. O acervo principal do museu, que é visitado mensalmente por cerca de 300 pessoas, é a própria casa. O conjunto de obras é formado por 632 peças tridimensionais como móveis, pinturas e gravuras.

O Museu do Primeiro Reinado fica na Avenida Pedro II, nº 293, no Bairro Imperial de São Cristóvão e funciona de terça a sexta-feira, das 11h às 17h. A entrada é gratuita. Mais informações sobre projetos e visitações podem ser obtidas pelo telefone (21) 2299-2148.

Confira esta matéria no próprio jornal ‘O Estado RJ Online’!
 
 
 

Entrevistado da seção ‘O que há de mais importante na Fiocruz’: Newton Potsch Magalhães

fevereiro 18th, 2008

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Há quase 70 anos na Fiocruz, Newton Potsch Magalhães surpreende pela lucidez e pelo desempenho de atividades de alto grau de importância.
Confira a entrevista a seguir!

Criado em 1985 para complementar os benefícios previdenciários dos servidores da Fundação Oswaldo Cruz, o FioPrev é uma entidade fechada de previdência complementar. O médico Newton Potsch Magalhães, que faz parte da administração do FioPrev, tem no seu currículo uma larga atuação no Instituto Fernandes Figueira, Escola Nacional de Saúde Pública e Instituto Oswaldo Cruz.

Qual sua formação?
Formei-me em Ciências Médicas, pela UERJ, com especializações em Pediatria e Puericultura e em Ciências Jurídicas e Sociais, pela UFRJ.

Há quanto tempo na Fundação?
Ingressei na Fundação em 1940, como residente no internato do então abrigo Hospital Arthur Bernardes, hoje Instituto Fernandes Figueira – IFF, onde trabalhei por mais de 50 anos. Exerci no IFF o cargo de diretor por 15 anos. Participei dos Conselhos Técnico-Científico da Fiocruz, Técnicos-Administrativos da Escola Nacional de Saúde Pública – ENSP e do Instituto Oswaldo Cruz – IOC, de Curadores do IOC de Seguridade Social e, finalmente, do Administrativo da FioPrev, que participo até hoje. Também fui professor do IFF e da ENSP.

Qual sua função?
Represento o pensamento da Presidência da Fiocruz, por isso sou conselheiro indicado pelo presidente da Fundação.

Qual importância da FioPrev para os servidores?
A importância é no sentido de atender melhor os interesses dos servidores e do funcionamento da Fundação.

Quantas publicações científicas?
Tenho mais de dez trabalhos publicados. Todos acerca dos temas pediátricos, como “Tétano Umbilical e seu Tratamento”, minha primeira publicação, do ano de 1943. Em abril de 2005, recebi o Prêmio em Saúde Materno-Infantil, conferido pelo Conselho Deliberativo da Fiocruz e do IFF, pelo conjunto das obras publicadas, bem como, a minha atuação na Fundação.

O que representa a Fiocruz para você?
Representa a minha existência, o fator de estímulo ao estudo e à pesquisa das atividades referentes à saúde materno-infantil. Iniciei minha carreira médica no IFF, que era apenas uma instituição assistencial, para transformá-lo em um órgão de pesquisa, ensino e assistência.

Vale à pena conferir esta entrevista no site da Direh!

Entrevistado da seção ‘O que há de mais importante na Fiocruz’: Carlos Alberto Frota

fevereiro 12th, 2008

Desde 1962 na Fiocruz, o patologista clínico Carlos Alberto Frota coordena a produção de vacina contra a febre amarela em Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz que já produziu neste ano 15 milhões de doses.

Há quantos anos trabalha na Fiocruz?
Desde 1962. De 1990 a 1995, afastei-me.

Qual sua formação?
Ensino Médio completo. Sou patologista clínico com diversas especializações, como em Bacteriologia.

Trabalha em que setor de Bio-Manguinhos?
Não trabalho em um setor específico. Como sou coordenador de produção de vacina contra a febre amarela, percorro todos devido à minha função.

Quais suas atividades?
Auxilio toda equipe, composta por 35 profissionais, nas atividades do laboratório.

Qual a produção de vacina contra febre amarela de Bio?
A produção da vacina no ano passado atingiu o número aproximado de 35 milhões, e só neste ano a produção atingiu 15 milhões de doses – quase a metade de toda produção de 2007.

Qual a importância de uma instituição pública fabricar vacina contra esses tipos de doenças?
O Brasil é o maior produtor de vacina contra a febre amarela do mundo e a qualidade é a melhor também. Além de, até agora, ser a única reconhecida internacionalmente pela Organização Mundial de Saúde. Primeiramente, a importância se deve à comercialização da vacina, pois não havia interesse de ninguém em produzi-la. Como passou a ser vendida, o interesse e a produção aumentaram. A imunização da população é de grande importância para que mortes provocadas por esta doença não ocorram.

Cite alguma experiência significante nesses anos de profissão.
A modificação de técnicas que propiciou uma produção mais rápida e mais segura, sem ter problema na titulação da vacina.

O que representa a Fiocruz para você?
Como foi meu primeiro emprego, vivi por toda a minha vida nela, dando tudo de mim e tomando parte de todas as atividades do laboratório. Eu me empolgo quando falam sobre a Fiocruz.

Leia entrevista com o coordenador de produção de vacina contra febre amarela da Fiocruz, no site da Direh!

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